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AUMENTO DE POTÊNCIA DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS EM VOTAÇÃO NA CÂMARA

O cidadão deve votar para garantir a melhoria dos serviços comunitários de comunicação

 

A Câmara dos Deputados começa a discutir o PL. 10.637/18 que trata do aumento de potência dos transmissores de Rádio Comunitária para 150 watts e 2 canais por municípios – luta antiga da ABRAÇO  (Associação das Rádios Comunitárias). Esse Projeto de Lei  já  foi aprovado pelo plenário  do senado por unanimidade. Agora está na Câmara e precisa da sua participação. A proposta será discutida nas Comissões de Ciência Tecnologia e Informática e depois na Comissão de Constituição e Justiça.

Valdeci Borges, dirigente da ABRAÇO

Valdeci Borges, dirigente da ABRAÇO

Valdeci Borges, dirigente da ABRAÇO, diz que o cidadão e cidadã, pode começar a dar sua opinião sobre o assunto na Câmara dos Deputados – acessando:         “Na verdade esse projeto em sendo aprovado fará justiça com as quase 5 mil rádios comunitárias no Brasil que que se mantém com muita dificuldade e é na grande  maioria das cidades brasileiras a única emissora de rádio,  único meio e comunicação”, diz Valdeci Borges.

ACESSE E VOTE:

https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2182042

 

 

O movimento de Rádios Comunitárias no Brasil, defende o aumento da potência das emissoras, para que possam ter cobertura do sinal na totalidade dos municípios onde prestam serviços. Valdeci Borges, diz ainda que, hoje: “ As emissoras comunitárias operam  com apenas 25 Watts de potência,  chega a ser uma aberração pois essa potência na maioria dos municípios não dá para fazer com que a rádio não seja ouvida por parte  dos moradores da cidade.

 

SUGESTÃO DE CAPACITAÇÃO PARA MELHORAR A PERFORMANCE DA SUA RÁDIO:

OFICINA RÁDIO 2018-1

 

 

BLA BLA BLA

COMENTARISTA DE MERDA

BLA BLA BLA

 

O brasileiro é, por natureza, um especialista. Ele é especialista em tudo sem nunca ter lido um parágrafo sobre nada. Quando eu tinha bom humor, eu admirava a capacidade do brasileiro dar pitaco em assuntos que ele não dominava, pensava até ser uma questão de inteligência.

O amadurecimento e amargor da experiência me fizeram mudar completamente a visão. Hoje, penso ser uma questão de desrespeito, ignorância e soberba. Um bom acordo seria deixar o brasileiro dando aula somente sobre futebol. Falar de corrida espacial, déficit público e genoma humano me parecem um pouco exagerado. De preferência, deveríamos estabelecer a regra de que é proibido receber qualquer remuneração para comentar futebol. É uma questão de justiça.

Eu me esforço muito para não ouvir nem um comentarista de futebol. Não vejo razão para ouvir quem sabe menos ou o mesmo tanto que eu e recebe por isso, mas, em ano de copa do mundo, a gente acaba sendo traído por uma ou outra fala.

Recordo-me do dia em que vi um comentarista desmerecer a condição do Marcelo ser capitão da seleção brasileira pelo fato dele ser muito “espiroqueta”. Prontamente, o colega de bancada questionou afirmando que o comentário era exagerado, desproporcional e que poderia levar a má interpretação por parte dos telespectadores.

Depois de 5 minutos conversando, os dois comentaristas chegaram num acordo de que na verdade o Marcelo era “espirocado” e não “espiroqueta” e que, mesmo com o perfil melhor definido, não deveria ganhar a faixa de capitão.

A riqueza desse debate me trouxe uma analogia que penso ser merecedora desse texto. Percebi que desde que minha filha nasceu, eu e minha esposa somos verdadeiros comentaristas de merda e que nossos comentários sobre o cocô da nossa filha são tão vazios quanto os dos analistas de futebol:

– Como estava o cocô hoje cedo?

– Estava bom, mas poderia ter sido melhor.

Ou

– Você acha que ela poderia ter feito mais cocô hoje?

– Sem dúvida, ela tem potencial para fazer mais. Resta saber qual a razão para o baixo desempenho de hoje.

Aguardo convite das emissoras que se interessem pelo assunto.

 

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ROMERO ARRUDA ADVOGADO

Romero Arruda é advogado, trabalha com consultoria patrimonial e cultiva este espaço para expor narrativas cotidianas.

 

PAULO PAIM RADCOMS

PROJETO DE PAIM PODE BENEFICIAR RÁDIOS COMUNITÁRIAS COM INCENTIVO À CULTURA

Mas Governo Temer corta pela metade número de novas emissoras comunitárias

 

As rádios comunitárias poderão vir a ser beneficiadas pela Lei de Incentivo à Cultura, segundo determina o Projeto de Lei do Senado (PLS) 629/2011, do senador Paulo Paim (PT-RS), que foi aprovado nesta terça-feira, 13, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

PAULO PAIM RADCOMS

A proposição inclui o serviço de radiodifusão comunitária entre as atividades passíveis de receber recursos por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Instituído pela Lei Rouanet (8.313/1991), o programa permite que empresas e pessoas físicas destinem a projetos culturais, como doação ou patrocínio, parte do Imposto de Renda devido.

 

Paim argumenta que o problema do financiamento das rádios comunitárias nunca foi resolvido adequadamente. As emissoras prestam serviços de utilidade pública e de integração das comunidades onde estão instaladas, mas muitas têm dificuldade em se manter e correm o risco de encerrar suas atividades, afirma o senador.

 

“Agradeço a todos os setores que dialogaram com a senadora Lúcia Vânia. A rádio comunitária fala na base, com o nosso povo e a nossa gente. Projeto bom é projeto aprovado”, declarou Paim.

 

Restrição

A lei que instituiu o Serviço de Radiodifusão Comunitária (9.612/1998) impede essas rádios de obterem receita por meio de propaganda comercial, para que sua função não seja deturpada por interesses econômicos.

 

A legislação permite apenas que recebam patrocínio (sob forma de apoio cultural) de estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Essa fonte de recursos, porém, tem se mostrado insuficiente para manter as emissoras, diz Paim. Na opinião dele, uma das maneiras de garantir recursos ao setor é incluir as rádios comunitárias na Lei de Incentivo à Cultura.

 

Relatora do projeto na CAE, Lúcia Vânia (PSB-GO) deu parecer favorável. A senadora afirma em seu relatório que é importante buscar fontes alternativas para o financiamento da radiodifusão comunitária. Ela propõe uma emenda para determinar que as rádios passíveis de receber o apoio deverão ter pelo menos 80% da programação de caráter cultural. O objetivo da emenda, explica, é reforçar o papel das emissoras na difusão da cultura.

 

Debates

Na fase de debates os senadores apoiaram a iniciativa. O senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) lembrou que já visitou várias emissoras comunitárias no interior do Tocantins e citou as dificuldades enfrentadas por radialistas, voluntários e outros profissionais do setor.

 

— O Tocantins sofre com falta de internet e sequer há TV em alguns lugares. Há localidades em que a troca e a difusão de informações são feitas somente por rádios comunitárias — afirmou.

 

A senadora Simone Tebet destacou a importância das rádios comunitárias, principalmente no interior do Brasil. Ela defende o apoio as rádios para que se mantenham e tenham condições mínimas de trabalho. “Quero parabenizar o autor do projeto, senador Paim, pois essas rádios, em sua maioria, são o único meio de comunicação dessas comunidades”, disse.

 

Tramitação

Depois de passar pela CAE, o texto segue agora para análise da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), que terá decisão final sobre a proposta. Como a CE é presidida por Lúcia Vânia, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) sugeriu que a colega mesma pegue para si a relatoria a fim de que o projeto tramite o mais rápido possível.

 

GOVERNO CORTA PLANO NACIONAL DE OUTORGA

 

O governo Dilma deixou publicado um Plano Nacional de Outorga – PNO – que prevê instalação de emissoras comunitárias em todos os municípios brasileiros até 2019. Depois do Golpe de 2016, o Ministério das Comunicações, que foi transformado em Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações – MCTIC – resolveu descumprir o PNO e não publicar editais para concorrência de forma justa, de entidades habilitadas para gerir as Rádios Comunitárias.

O segundo passo do governo Temer foi reduzir o número de rádios, que ultrapassava 1200 emissoras, na sua maioria para municípios que não tem nenhuma rádio, para um número de 600 rádios – novo PNO até 2019.

Várias entidades estão lutando para tentar resgatar o sentido das rádios comunitárias e ocupar os espaços ocupados por grupos contrários a pluralidade nas emissoras comunitárias. A CONTAG- Confederação Nacional dos Agricultores Familiares – por exemplo, já realizou duas rodas de conversas sobre DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO e IMPLANTAÇÃO DE RÁDIOS COMUNITÁRIAS, nos estados do Piauí e Rio Grande do Norte, para contribuir com a discussão de defesa das Rádios Comunitárias à serviço das comunidades.

 

CONFIRA SE SEU MUNICÍPIO ESTÁ NA LISTA DO PNO.

Mais INFORMAÇÕES – (62) 98114-0202 ou (83) 99858-0296

 

Com informações da Agência Senado 

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DILMA

77% das menções nas Redes Sociais são favoráveis a Dilma

Estudo do Sprinklr mostra dados do #ImpeachmentDay

O processo de Impeachment foi destaque nacional e internacional nas redes sociais no dia 17 de abril, o estudo do SPRINKLR mostra que 77% das menções foram favoráveis ao governo. Denominado de #ImpeachmentDay colocou o assunto no Trending Topics mundiais, aparece em 1º lugar. A #NaoVaiTerGolpe foi o destaque e os homens foram mais engajados na mobilização virtual que as mulheres. Confira os dados no estudo da SPRINKLR:

 

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OFICINA DE RÁDIO movimenta o Festival Universitário de Artes em Campina Grande

 

Até sexta-feira acontece em Campina Grande o II Festival Universitário de Artes – FUÁ – promovido pelo DCE e Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), através da Pró-Reitoria de Cultura (Procult). O FUÁ pretende democratizar o acesso à cultura e a arte.

A Oficina de Rádio vai contribuir com esse papel de democratização. Os participantes vão discutir e fazer rádio livre com uma emissora no ar durante o evento.

Todos os dias às 14h tem OFICINAS na Central de Aulas da UEPB. A comunidade pode ouvir a rádio LIVRE FUÁ 104,9 FM e acompanhar a programação e muita música.

 

https://www.facebook.com/FestivalUniversitarioDeArtes/?fref=ts

2º Fuá tem início nesta quarta e atividades do primeiro dia contarão com show da banda Cabruêra

 

Comunicação em redes sociais e o futuro da informação

 

Bate-papo promovido pela prefeitura de Porangatu leva especialistas em informação digital ao norte de Goiás

 

Uma conversa franca sobre utilização de redes sociais como meio de comunicação direta com as pessoas, boa prática de utilização de ferramentas digitais e mobilização via internet.

Nesta sexta-feira, dia 29 de janeiro, três especialistas em comunicação digital vão levar esses temas para um encontro aberto em Porangatu, um debate democrático sobre o uso de novas tecnologias por ativistas de redes sociais e interessados no assunto para o ano eleitoral de 2016.

São eles:

Leandro Fortes, jornalista, escritor e professor, com 30 anos de experiência de reportagem, autor de diversos livros sobre jornalismo e, atualmente, diretor-executivo da agência digital CobraCriada-#InteligênciaEmRede;

Luiz Henrique Parahyba, jornalista com larga experiência em rádio e movimentos sociais em redes, proprietário da agência Tambaú Comunicação;

Alexandre Duarte, jornalista e publicitário, especialista em organização e produção de audiovisual para campanhas eleitorais, dono da Sambatango Filmes.

A ideia do trio é socializar experiências em campanha eleitorais e cases de sucesso nas redes sociais.

“Hoje, é virtualmente impossível fazer campanha eleitoral sem o uso de redes sociais e sem uma presença digital voltada para a interação com o eleitor”, explica Leandro Fortes, responsável, nas eleições de 2014, pela coordenação da vitoriosa campanha da presidenta Dilma Rousseff nas redes sociais.

Veterano em campanhas eleitorais, Alexandre Duarte afirma que a produção de vídeos, por exemplo, não tem mais função isolada. “É preciso que a construção de todo material audiovisual seja pensada, principalmente, para utilização em redes sociais, com linguagem específica”, diz Duarte.

O uso massivo do rádio, ainda o mais popular e acessível meio de comunicação do País, também deve ser integrado a sistemas de comunicação em rede. “Temos que usar a dinâmica e a capilaridade do rádio com a capacidade de disseminação das redes sociais”, afirma Luiz Henrique Parahyba.

 

O quê: Bate-papo sobre comunicação em redes sociais

Onde: Auditório do Centro Cultural de Porangatu (GO), Av. Pedro Pereira de Cunha.

Quando: 29 de janeiro de 2016, das 16h às 18h