Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

CONTAG, INCRA E TRABALHADORES DISCUTEM PROBLEMAS DA REFORMA AGRÁRIA EM MG

Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

 

Trabalhadores e trabalhadoras rurais de Minas Gerais, participam até dia 07 de agosto, em Belo Horizonte, do Encontro Estadual de Reforma Agrária. O encontro é realizado pela secretaria de política agrária da CONTAG – Confederação Nacional do Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agriculturas Familiares. Segundo Elias Borges, diretor da CONTAG, os agricultores familiares e trabalhadores acampados, estão discutindo a política de reforma agrária para o estado. “O processo de aquisição de áreas e desapropriação para reforma agrária, está parado, e precisamos avançar nessa política pública para avançarmos na produção de alimentos”, destaca Elias Borges, diretor da CONTAG.

Lideranças sindicais querem solução do INCRA para reforma agrária

Lideranças sindicais querem solução do INCRA para reforma agrária

O encontro  tem participação de mais de 60 lideranças sindicais do estado de Minas. Os participantes querem  soluções da direção  do Incra do estado e o Incra nacional.  Ewerton  Giovanni, Diretor de Desenvolvimento, Érico Goulart, representante da Diretoria de Obtenção e Cláudio Braga, representante da Ouvidoria Agrária Nacional, estão discutindo com  a direção da CONTAG e os trabalhadores, as soluções agrárias do estado.

 

CONTATO PARA MAIS INFORMAÇÕES – 61 98143-0019

LOCAL DO ENCONTRO – Centro de Estudos Sindicais da FETAEMG –Rua Cissus, 15 Bairro Juliana – Belo Horizonte – MG

CONFIRA como foi o encontro da REFORMA AGRÁRIA EM GOIÁS:

 

Elias Borges, diretor da CONTAG, na abertura do encontro em Carpina

TRABALHADORES (AS) ACAMPADOS  QUEREM AGILIDADE PARA ACESSO A TERRA EM PERNAMBUCO

 

ENCONTRO EM CARPINA

 

“…Pra que a Reforma Agrária aconteça e resolva os conflitos do campo, a FETAPE está lá…FETAPE suas cores são lindas demais, ela representa nossos ideais. Na força da luta o vermelho se faz, o verde é campo e o branco é paz…” (Trecho do Hino da FETAPE)

 

Sob o embalo do hino da FETAPE, a Secretaria de Política Agrária da CONTAG juntamente com a Federação dos Trabalhadores Rurais  Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Pernambuco – FETAPE , realiza nesta semana em Carpina-PE, a Oficina Estadual de Formação e Capacitação para Acesso à Terra e Políticas de Permanência no Campo, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR.

A Oficina que acontece em Carpina/PE acontecerá até o dia 01/08 – e conta com a presença de cerca de 150 trabalhadores e trabalhadoras rurais, acampados (as) e assentados (as) do Programa Nacional da Reforma Agrária, bem como de dirigentes sindicais do Estado do Pernambuco.

A mesa de abertura contou com a presença dos diretores (as) da FETAPE Maria Givaneide, Paulo Roberto, Cícera Nunes, Maria Janusi e Israel Crispim, do Secretário de Política Agrária da CONTAG Elias D’ Ângelo, do Diretor de Obtenção do Incra Nacional Clóvis Figueiredo e seu assessor Érico Goulart, do chefe da Divisão de Obtenção Isaías Valeriano, chefe da Divisão de Desenvolvimento Charles Emery, ambos do INCRA , e do Presidente do Instituto de Terras do estado do Pernambuco – Iterpe, André Luiz.

Elias Borges, diretor da CONTAG, na abertura do encontro em Carpina

Elias Borges, diretor da CONTAG, na abertura do encontro em Carpina

O primeiro dia da Oficina está sendo destinado às reinvindicações e encaminhamentos das demandas dos acampados  (as), e o segundo dia, será a escuta, apresentação e encaminhamento das demandas dos assentados (as) da Reforma Agrária do respectivo estado.

O evento também contará com uma análise da conjuntura agrária do Brasil e do Estado, e o debate sobre os desafios para implementação e consolidação da Política Nacional de Reforma Agrária, como orçamento para obtenção de áreas, desenvolvimento e estruturação dos projetos de assentamentos.

Segundo o Secretário da CONTAG, Elias D’Ângelo, a Oficina tem o objetivo de dialogar com o público da reforma agrária, acampados  (as) e assentados (as), e com o governo através de suas autarquias Incra – sede e superintendência – e Iterpe, fechando compromissos e respondendo ao máximo as demandas dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, que lutam por um pedaço de terra para produzirem alimentos saudáveis e viverem com dignidade.

A Secretária de Política Agrária da FETAPE, Maria Givaneide, avaliou o primeiro dia da Oficina: “Apesar da ausência injustificada do Incra Petrolina, o primeiro dia foi bastante proveitoso e esperamos que a pauta de Desenvolvimento, dos assentados, também apresente resultados.”

 

 

Vargas, diz que comparação é errada

SINDICATOS NO BRASIL SOB AMEAÇA. CONSULTOR DIZ QUE NÚMERO DE ENTIDADES É SUFICIENTE

 
 

Entre as lendas criadas contra o movimento dos trabalhadores está a de que o Brasil tem Sindicato demais. Esse mantra foi recitado por ministros do Supremo Tribunal Federal na sessão de 29 de junho, na qual seis votos chancelaram a lei neoliberal de Temer.

Vargas, diz que comparação é errada

Vargas, diz que comparação é errada

Quem desmonta a ladainha é João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical, em seu artigo “Conversa de botequim”. No texto, ele esclarece que o sindicalismo atual vai ao encontro da Constituição, que estabelece Sindicato por categoria, sem que possa haver mais de uma entidade do mesmo setor na mesma base territorial.

Diz Vargas: “Fiquei incomodado com a dupla ignorância sobre o sindicalismo revelada nas discussões, ignorância sobre os Sindicatos no Brasil e sobre os Sindicatos em outros países e sua comparação com os nossos. O número de 17 mil foi brandido como argumento teórico definitivo. O STF, que é o guardião da Constituição, esqueceu que ela permite a existência de um Sindicato de uma dada categoria por município (Artigo 8º, item II). O regramento constitucional convive, portanto, com a possibilidade da existência de milhares de Sindicatos; se limitarmos, por exemplo, a três Sindicatos por município – são 5.570 – chegaríamos aos 17 mil Sindicatos, sem que se configurasse anomalia”.

Exemplo – À Agência Sindical, o consultor exemplifica: “Suponhamos que cada município tenha um Sindicato de Servidores, um comerciário e outro de rurais. Já estaríamos nos 17 mil, sem contar categorias próprias de certas regiões ou entidades patronais”.

O Supremo também errou no item receitas sindicais. Diz o artigo: “Um ministro alegou apetite por verbas do governo, quando todos sabem – e ele devia saber – que a contribuição vem dos trabalhadores e das empresas, apenas recolhida e distribuída pelo agente público, que cobra para isso”. E conclui: “Sem conhecer a realidade constitucional e institucional do sindicalismo e ao falsear comparações, os ministros deram demonstração clamorosa de preconceitos e leviandades, verdadeira conversa de botequim”

FONTE-  AGÊNCIA SINDICAL

VEJA TODA ENTREVISTA COM O CONSULTOR JOÃO GUILHERME VARGAS NETO, click no link:

https://www.youtube.com/watch?v=qmxgcV_LUGA

STF VOTA IMPOSTO SINDICAL

STF define, por seis votos a três, que imposto sindical não é obrigatório

 

Prevaleceram o viés conservador e o profundo desconhecimento sobre a estrutura e o funcionamento do sindicalismo brasileiro. Por isso, o Supremo Tribunal Federal decidiu manter o fim do recolhimento obrigatório da contribuição sindical, ao encontro da Lei 13.467/17 (reforma trabalhista).

STF VOTA IMPOSTO SINDICAL

Por seis votos a três, o plenário da corte rejeitou, sexta (29), as 19 ações que questionavam a constitucionalidade da extinção do tributo. O relator das ações, ministro Edson Fachin, foi voto vencido. Rosa Weber e Dias Toffoli acompanharam sua tese favorável à obrigatoriedade do recolhimento.

Votaram contra os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Cármen Lúcia. Já Ricardo Lewandowski e Celso de Mello não estavam presentes no julgamento.

A contribuição equivale ao valor de um dia de trabalho, descontada anualmente dos empregados, e é destinada ao custeio das atividades sindicais, entre elas as negociações coletivas voltadas ao reajuste salarial.

O professor Oswaldo Augusto de Barros, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC), avalia que o sindicalismo deve aprender com a decisão do Supremo.

“Temos que entender como pensam os ministros do STF, fazer a reflexão, aprender com o revés e utilizar os mesmos argumentos a nosso favor. O mais importante nessa hora é repensar os caminhos. Mas nada deve ser feito açodadamente”, diz.

Para o dirigente, alguns reflexos da decisão podem ser benéficos aos Sindicatos. “Será uma mudança de pensamento e atitude. É preciso voltar para as bases e massificar a importância do trabalho sindical. Mostrar ao trabalhador que, sem sua entidade representativa, ele perderá direitos e salários”, recomenda.

O presidente da CNTEEC aponta algumas soluções. “Vamos dedicar nossos esforços para aprovação das contribuições junto aos trabalhadores. Outra alternativa é buscar, nas eleições, candidatos que se comprometam com os trabalhadores. O que acontece hoje é um desequilíbrio em favor dos empresários. Mas tudo isso tem que ser pensado com calma e cabeça fria”, pondera Oswaldo.

Diap – Antônio Augusto de Queiroz (Toninho), jornalista e diretor de Documentação do Diap, avalia que houve precipitação de algumas entidades sindicais, que não levaram em consideração esse perfil conservador do STF.

“A melhor orientação seria investir na criação de uma jurisprudência favorável na Justiça do Trabalho e depois questionar a lei em instâncias superiores. Isso não foi feito, o que permitiu o julgamento precipitado pelo Supremo”, afirma.

Porém, segundo Toninho, o sindicalismo deve tirar ensinamentos. Ele recomenda um recuo estratégico, sem pânico ou desalento. “As lideranças precisam se reunir e traçar novos caminhos. Tudo com calma e prudência. É preciso massificar a ideia que sem o Sindicato quem perde é o trabalhador. Com isso, fazer uma forte sindicalização nas bases”, destaca o diretor do Diap.

Ele também aponta o caminho das eleições como alternativa para reverter o quadro político desfavorável: “O movimento tem que apostar suas fichas em candidatos alinhados à pauta trabalhista. É preciso reequilibrar as forças no Congresso e isso só pode ser feito pelo voto. Aí, sim, buscar mudanças ou mesmo a revogação da lei trabalhista”, diz.

FONTE – Repórter Sindical

MAIS INFORMAÇÕES:

http://www.diap.org.br/

DIEESE promove cursos para dirigentes sindicais

 

A Escola DIEESE de Ciências do Trabalho abre inscrições para os cursos rápidos para os dirigentes dos sindicatos de trabalhadores. Os  Cursos propiciam o debate e a análise das mudanças nas relações de trabalho e dos impactos causados em vários campos. A proposta é de uma formação crítica, científica e humanista, que privilegia o ponto de vista do trabalhador, visando a uma atuação transformadora na sociedade.

Nessa etapa, 6 cursos rápidos são oferecidos, o primeiro  já começa no mês de abril “Comunicação e expressão para dirigentes sindicais: preparação para conduzir atividades sindicais”. Os cursos são oportunidades de formação integrada, com ênfase em economia política, história, sociologia, com várias possibilidades de atuação no mercado de trabalho.

CONFIRA:

 

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Cursos com inscrições abertas

 

Comunicação e expressão para dirigentes sindicais: preparação para conduzir atividades sindicais – segunda turma

Prepara para a condução de atividades sindicais (assembleias, negociações, intervenções). Aprimora a habilidade de compreender e ser compreendido no exercício da ação sindical.
Carga horária: 24 horas
Formadora: Sueli Vitorino de Jesus Barbosa
Aulas presenciais: três dias
Próxima turma: abril, em São Paulo
Inscrições abertas: aulas em 3, 4 e 5 de abril, em São Paulo, das 9h às 18h

 

Valores por participante:

Inscrições Grupo de entidades
filiadas ao DIEESE
Até 4 A partir de 5
Até 20/03 R$ 450 R$ 375,00 R$ 300,00
A partir de 21/03 R$ 525,00 R$ 450,00 R$ 375,00
Obs.: Todos os valores são individuais

 

 

Trabalho de base e educação popular: desafios da atual conjuntura

Neste momento de crise das instituições de representação política da sociedade, é voz corrente a necessidade de retomar o trabalho de base. Mas quais os novos desafios para tal retomada? A educação popular, com base em Paulo Freire, nos ajuda a encontrar caminhos e construir metodologias para enfrentar os desafios da atual conjuntura.
Carga horária: 16 horas
Educador: Pedro Pontual
Aulas presenciais: dois dias
Próxima turma: abril, em São Paulo
Inscrições abertas: aulas em 10 e 11 de abril, em São Paulo, das 9h às 18h

 

Valores por participante:

Inscrições Grupo de entidades
filiadas ao DIEESE
Até 4 A partir de 5
Até 30/03 R$ 300,00 R$ 250,00 R$ 200,00
A partir de 31/03 R$ 350,00 R$ 300,00 R$ 250,00
Obs.: Todos os valores são individuais

 

 

Campanha de sindicalização de baixo custo

Aborda diferentes aspectos relacionados ao Marketing para campanhas de sindicalização: organização interna, pesquisa, propaganda, promoção e atuação dos dirigentes e apresentação de experiências de diversas categorias em vários estados
Carga horária: 16 horas
Professor: Milton Pomar
Aulas presenciais: dois dias
Próxima turma: abril, em São Paulo
Inscrições abertas: aulas em 12 e 13 de abril, em São Paulo, das 9h às 18h

 

Valores por participante:

Inscrições Grupo de entidades
filiadas ao DIEESE
Até 4 A partir de 5
Até 30/03 R$ 300,00 R$ 250,00 R$ 200,00
A partir de 31/03 R$ 350,00 R$ 300,00 R$ 250,00
Obs.: Todos os valores são individuais

 

 

Reforma trabalhista: desafios para o Sistema de Relações do Trabalho

Reflete sobre o atual Sistema Brasileiro de Relações de Trabalho, desde as características históricas até as alterações da reforma trabalhista.
Carga horária: 16 horas
Professor: Carlindo Rodrigues de Oliveira
Aulas presenciais: dois dias
Próxima turma: abril, em São Paulo
Inscrições abertas: aulas em 17 e 18 de abril, em São Paulo, das 9h às 18h

 

Valores por participante:

Inscrições Grupo de entidades
filiadas ao DIEESE
Até 4 A partir de 5
Até 30/03 R$ 300,00 R$ 250,00 R$ 200,00
A partir de 31/03 R$ 350,00 R$ 300,00 R$ 250,00
Obs.: Todos os valores são individuais

 

Saiba mais: folder de São Paulo

 

Regimes Próprios de Previdência Social: os atuais desafios para os trabalhadores

Esclarece princípios teóricos e legislativos que orientam RPPS de servidores públicos de cargos efetivos da União e de estados e municípios
Carga horária: 16 horas
Professor: Luciano Fazio, especialista em Previdência Social, gestão de previdência complementar e estudos socioeconômicos
Aulas presenciais: dois dias
Próxima turma: abril, em Santa Catarina e no Paraná

Inscrições abertas: aulas em 5 e 6 de abril, em Florianópolis, das 9h às 18h
aulas em 18 e 19 de abril, em Curitiba, das 9h às 18h

 

Confira, nos links abaixo, valores por participante.

 

Saiba mais: folder de Santa Catarina | folder do Paraná

 

Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil

Expõe, de forma simples e direta, as informações básicas da Lei 13.019/14 (Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil). Considerados principais aspectos, fases e impactos da lei no cotidiano das organizações que atuam ou desejam atuar na celebração e execução de parceria com o poder público.
Carga horária: 16 horas
Aulas presenciais: dois dias
Próxima turma: abril, em São Paulo
Inscrições abertas: aulas em 19 e 20 de abril, em São Paulo, das 9h às 18h

Valores por participante: R$ 350,00

Inscrições: http://competo.dieese.org.br/turmas_abertas.

A realização dos cursos está sujeita à formação de turma.

Para mais informações, entre em contato com a Secretaria Acadêmica da Escola DIEESE pelo e-mail contatoescola@dieese.org.br ou pelos telefones (11) 3821-2150 ou 3821-2155.

 

RURAIS DOS SETORES DA CARNE E SUCROALCOOLEIRO CONQUISTAM REAJUSTE EM GOIÁS

 

Cerca de 30 mil trabalhadores do setor sucroalcooleiro do estado de Goiás, fecharam a CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO neste mês de março. Já é a 33ª Convenção Coletiva de Trabalho do setor sucroalcooleiro; realizada pela Federação dos Trabalhadores Rurais Empregados Assalariados (as) do Estado de Goiás – FETAER – realiza. Os  trabalhadores conquistaram um reajuste que garante o salário base de R$ 1.044,00 (hum mil e quarenta e quatro reais), o reajuste foi de 4,69% para toda categoria, que vigora desde o dia  20 de março, e valerá para a safra 2017/2018. O acordo foi possível após a realização mais de 30 assembleias dos trabalhadores do setor sucroalcooleiro, negociado entre a  FETAER e SIFAEG/Sinfaçucar  – Sindicato da Indústria de fabricação de etanol do estado de Goiás e Açúcar.

Cortador de cana na plantação com seus instrumentos de trabalho.

CORTADOR DE CANA em Itapuranga-GO

Segundo José Maria de Lima, é a primeira Convenção Coletiva do setor, celebrada pela FETAER; “Lutamos 32 anos juntos com os agricultores familiares e agora temos nossas entidades específicas de assalariados e assalariadas rurais, há mais de três décadas estamos lutando por melhores condições de vida para os trabalhadores da cana”, afirmou José Maria.
O presidente da CONTAR – Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados – Antonio Lucas Filho, participou da mesa de negociação em Goiás. “Eu conheço o corte da cana e entendo quanto é importante para o trabalhador um reajuste salarial nesse momento de dificuldade econômica. Vamos continuar lutando por melhores condições de trabalho para todos os assalariados brasileiros”, disse o dirigente.
Participaram da 33ª Convenção Coletiva de Trabalho do setor sucroalcooleiro, representantes de 30 sindicatos de trabalhadores, com abrangência sindical em mais de 80 municípios goianos; o setor hoje emprega mais de 30 mil trabalhadores e trabalhadoras na produção de álcool e açúcar no estado, em 32 usinas.

 

BRF faz acordo com os trabalhadores da produção de carne suína e aves

 

No mês de março a FETAER também fecho um acordo coletivo de trabalho, que beneficia mais de 5 mil trabalhadores da região sudoeste do estado de Goiás; são os trabalhadores das granjas integradas da BRF-Brasil.

A Federação dos Trabalhadores Assalariados e Empregados rurais – FETAER – e sete sindicatos de assalariados da região sudoeste, assinaram a CONVENÇÃO Coletivo de Trabalho dos empregados das granjas de suínos e aves da região; a convenção garante aos trabalhadores um reajuste de 4,69% (índice do INPC), com vigência de março de 2017 até 2018.
Segundo José Maria de Lima, presidente da FETAER, cerca de 5 mil trabalhadores integrados do setor foram beneficiados com a Convenção. “A região sudoeste gera muito emprego no campo, e temos muitos assalariados rurais e agricultores familiares trabalhando nas granjas, o acordo irá dar garantia de mais qualidade de vida e salário para os empregados rurais”, disse José Maria.
A Convenção Coletiva de Trabalho beneficia os trabalhadores de 18 municípios do sudoeste goiano, representados pelos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Acreúna, Paraúna, Rio Verde, Mineiros, Jataí, Montividiu e Quirinópolis. A Convenção de Trabalho foi assinada entre os sindicatos, FETAER e os integrados da BRF em Rio Verde-GO.

30 mil CANAVIEIROS começam convenção de trabalho em Goiás

 

Começa hoje a 33ª Convenção Coletiva de Trabalho do setor sucroalcooleiro, a FETAER – Federação dos Trabalhadores (as) Rurais Empregados (as) Assalariados (as) de Goiás inicia a mobilização dos trabalhadores, juntamente com 30 sindicatos, que realizarão assembleias para definição dos principais pontos das reivindicações  da categoria. A primeira  a assembleia será  hoje, 13, em Itapuranga-GO (veja cronograma abaixo).

CANAVIEIROS ITAPURANGA (

“O setor de produção de açúcar e álcool superou a crise, graças ao nosso trabalho e  tem muita produção e lucro”, diz José Maria de Lima, presidente da FETAER, e completa: “Nós queremos garantir nossos empregos, mesmo  com a mecanização do setor,  e termos  ganhos reais nos nossos salários”, afirma o presidente. O setor sucroalcooleiro emprega  em Goiás cerca de 30 mil trabalhadores no corte, plantio e operação de máquinas no campo. São 32 usinas de açúcar e álcool em Goiás que deverão operar na safra  2017/18. Nesse período as usinas estão em período de contratação e algumas usinas já produzindo.

Segundo José Maria de Lima a data base dos trabalhadores e trabalhadoras do setor sucroalcooleiro é 20 de março, até essa data patrões e empregados deverão definir as regras de trabalho para a safra   2017/2018; “Há 33 anos realizamos convenção coletiva de trabalho no setor, e sempre é um momento de luta para  os trabalhadores, seja para garantir e ampliar direitos, seja para garantir nosso trabalho”, salientou o presidente da FETAER, José Maria.

PROBLEMAS NAS USINAS

Duas usinas estão com problema ainda da safra de 2016; Usina Centroalcool no município de Inhumas e CBB em Vila Boa-GO. A primeira não pagou os salários dos trabalhadores dos últimos meses do ano passado e dispensou os canavieiros sem pagamentos dos direitos. A usina CBB situada no nordeste goiano, tem dívidas trabalhistas dos últimos  3 anos com os assalariados e deve 6 meses de salários para mais de 300 trabalhadores da empresa. Ambas estão em processo de recuperação judicial e descumprem os termos legais, prejudicando os trabalhadores e trabalhadoras.

 

Datas das Assembleias:

ITAPURANGA – 13 de fevereiro – segunda – 19h

CARMO DO RIO VERDE – 14 de fevereiro –terça- 20h30

RUBIATABA – 14 de fevereiro – terça- 19h30

URUANA – 16  de fevereiro – quinta – 5h

MONTES CLAROS DE GOIÁS- 16 de fevereiro-quinta- 17h30

AMERICANO DO BRASIL – 17 de fevereiro – sexta – 18h

MORRINHOS -17 de fevereiro- sexta – 19h

ANICUNS – 17 de fevereiro – sexta- 20h

NOVA GLÓRIA – 18 de fevereiro – sábado- 20h

GOITATUBA – 19 de fevereiro– domingo – 15h30

MINEIROS – 20 de fevereiro– segunda -14h

BOM JESUS DE GOIÁS – 20 de fevereiro – segunda – 19h30

CHAPADÃO DO CÉU  -20 fevereiro – segunda- 20h

QUIRINÓPOLIS – 21 de fevereiro- terça – 6h50

PARANAIGUARA -21 de fevereiro – terça-  17h

SERRANÓPOLIS-  21 DE FEVEREIRO – terça- 18h

INHUMAS – 21 de fevereiro – terça – 18h

ACREÚNA – 22 de fevereiro – quarta– 16h

JATAÍ – 22 de fevereiro – quarta-6h40 e 14h

CAÇU – 22 de fevereiro – quarta – 14h

PONTALINA – 22 de fevereiro – quarta- 18h

MONTIVIDIU – 22 de fevereiro quarta -19h

SANTA HELENA – 23 de fevereiro – quinta – 18h

EDÉIA – 23 de fevereiro – quinta – 18h

PEROLÂNDIA – 23 de fevereiro – quinta – 18h

INDIARA (Jandaia) – 23 de fevereiro – quinta –19h30

SÃO LUIZ DO NORTE – 24 de fevereiro – sexta-feira – 18h30

GOIANÉSIA – 24 de fevereiro- sexta – 20h

ITAPACI – 24 DE FEVEREIRO – sexta-feira –  18h

URUAÇU – 24 de fevereiro – sexta-feira – 17h

 

ASSEMBLEIA GERAL – fechamento de Pauta

04 e 05 de março de 2017 – Estância Park Hotel – Anápólis-GO

BASE DA CATEGORIA:

CORTADORES DE CANA, PLANTADORES DE CANA, OPERADORES DE MÁQUINAS COLHEITADEIRAS, OPERADORES DE MÁQUINAS AGRÍCOLAS CAPINADORES E TRATADORES CULTURAIS, APLICADORES DE AGROTÓXICOS, APONTADORES, AJUDANTES GERAL AGRÍCOLA, AUXILIARESS AGRICOLA, AUXILIAR NO CAMPO, SERVIÇOS GERAIS AGRÍCOLAS, AUXILIARES DE BOMBEIROS AGRÍCOLA, , COLETADORES DE AMOSTRA DE CANA E CONTROLE AGRÍCOLA, APONTADORES DE PRODUÇÃO, LÍDERES DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA, LIDERES DE CAMPO, LIDERES DE BRIGADA DE INCÊNDIO, TOPÓGRAFOS, TÉCNICOS AGRÍCOLAS, ENCARREGADOS RURAIS E OUTROS.

 

CONTATO – José Maria de Lima, presidente FETAER

(62) 98118-3936

Luiz Henrique Parahyba, assessor comunicação

(62) 98114-0202

SENADO SUSPENDE VOTAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PARA REALIZAR AUDIÊNCIA PÚBLICA 

 

Em reunião tumultuada no dia  14 de dezembro,  os membros da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal resolveram  suspender a votação do Projeto de Lei do Senado 385/2016, que trata da contribuição sindical, para realizar audiência pública sobre o tema.  O  projeto é de autoria do  senador Sérgio Petecão PSD/AC o relator do projeto é o Senador Wilder Morais  PP/GO, que deu parecer favorável a matéria.

reunião no gabinete do senador Wilder Morais PP-GO com vários sindicalistas

Dirigentes de Federações e Confederações de trabalhadores rurais e urbanos, participaram  de um encontro com os senadores,  um dia antes da discussão da matéria na Comissão do Senado, mas não conseguiu convencer os parlamentares sobre a necessidade de discutir mais profundamente a matéria. Elias D’Angelo Borges da CONTAG, argumentou, durante o encontro com os senadores, que o assunto é de interesse dos trabalhadores (as) e por isso deve ser melhor  discutido. Membros do Fórum das Federações de Trabalhadores de Goiás e outros estados, também argumentaram, sem êxito. Daí a matéria foi a discussão no dia 14 de dezembro e depois retirada de pauta para a realização de Audiência Pública, a pedido do Senador Paulo Paim PT/RS.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – DL 5242/1943), essa contribuição, também chamada de imposto sindical, é devida por todos os que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão. A proposta dá fim à contribuição obrigatória e a restringe aos filiados aos sindicatos e entidades representativas.

O projeto também determina que os sindicatos serão responsáveis pela elaboração da lista dos contribuintes. Caso o empregado ou trabalhador autônomo seja filiado a mais de um sindicato, deverá informar ao empregador a entidade para a qual pretende destinar a sua contribuição. O valor da contribuição permanecerá o mesmo já previsto na CLT: um dia de trabalho, descontado no mês de março. Presidente da Comissão de Assuntos Sociais Edison Lobão PMDB/MA ainda não marcou a audiência. As Federações e  Confederações já estão se mobilizando para  discutir a matéria e garantir que os trabalhadores e trabalhadoras continuem financiando suas entidades.

ASSALARIADOS RURAIS FAZEM CURSO DE LEGISLAÇÃO TRABALHISTA NO SUDOESTE GOIANO

Membros da direção da FETAER segurando ukma bandiera da entidade

DIREÇÃO DA FETAER

Encontro acontece na cidade de Jataí

A Federação dos Trabalhadores (as) Rurais empregados assalariados (as) de Goiás – FETAER – em parceria com A CONTAG e SENAR, realiza um curso estadual de formação de assalariados (as) rurais – legislação trabalhistas – para os dirigentes sindicais da região sudoeste do estado. O curso acontece na cidade de Jataí-GO, nos dias 16, 17 e 18, no Hotel Fazenda Bonsucesso (BR 158, KM -05, saída para Caiapônia).
O curso acontece no momento de mudanças no movimento sindical com a criação da CONTAR – Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados (as) Rurais – que é uma nova organização dos assalariados e assalariadas rurais no Brasil. Segundo José Maria de Lima, presidente da FETAER, “ o momento é de melhorar a organização sindical dos empregados rurais e fortalecer a luta no campo brasileiro. Nós produzimos riquezas e estamos presentes em todas propriedades rurais e agroindústria de Goiás, e nosso maior desafio é garantir bons salários, qualidade de vida e acabar com a informalidade no campo”, disse José Maria.
A parceria com o SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e a CONTAG (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), é para garantir que os dirigentes sindicais tenham mais informações sobre a legislação trabalhista e saibam conduzir boas negociações salariais e garantias dos direitos dos assalariados (as). O curso é dirigido também aos assessores dos sindicatos de assalariados da região sudoeste. “Queremos preparar nossos dirigentes e assessores para que garantam os direitos totais de todos trabalhadores (as) rurais , e nesse caso, o reforço para uma região de grande produção de grãos e cana-de-açúcar, por isso escolhemos o município de Jataí-GO.
O curso sobre legislação trabalhista é coordenado pelo advogado da FETAER, Dr. Carlos Magno Cardoso e dirigido pelo presidente da FETAER, José Maria de Lima, além da participação dos representantes do SENAR, CONTAG e também o apoio da FETAEG.

CONTATO – José Maria de Lima (62) 98118-3936
Luiz Henrique Parahyba (62) 99818-8114 ou (62) 98114-0202 (whatsapp)

ASSALARIADOS E ASSALARIADAS  DO CAMPO COMEMORAM 1 ANO DE LUTA DA NOVA ORGANIZAÇÃO SINDICAL

 

O Movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras rurais comemora um ano de nascimento da Confederação Nacional do Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (CONTAR), que foi fundada em 2015.  A nova entidade nasceu fruto da luta e organização do campo e um processo de dissociação da CONTAG. Desde 2015 os trabalhadores e trabalhadoras estão organizados nos seguimentos de agricultura familiar e assalariados rurais.

Plenária de criação da CONTAR. Várias pessoas no auditório da CONTAG.

Criação da CONTAR em 2015

A fundação da CONTAR em 31 de outubro de 2015, através de um congresso extraordinário dos trabalhadores assalariados do Brasil, elegeu a sua direção com garra e disposição para avançar na luta da nova organização sindical do campo. Antonio Lucas Filho, preside a CONTAR, nessa primeira gestão da entidade. Para o  canavieiro e sindicalista, “a organização sindical dos assalariados deu novo fôlego para os trabalhadores e trabalhadoras que precisa avançar na organização sindical. Foi um avanço para nós e para o movimento sindical brasileiro a criação da CONTAR”, comemora Antonio Lucas, nesse primeiro ano da criação da entidade.

A CONTAR foi criada com apoio das duas maiores centrais sindicais brasileiras, CUT e CTB, além de várias lideranças sindicais da américa latina e da direção da CONTAG –Confederação nacional dos trabalhadores na agricultura.

“Os grandes desafios nós já estamos superando, já temos nossa estrutura física e estamos andando o Brasil na organização de sindicatos de assalariados e as novas federações. Nesse processo estamos também garantindo o protagonismo das mulheres assalariadas em todas nossas organizações”, disse Antonio Lucas Filho, presidente da CONTAR.

Nesse primeiro ano de luta da criação da CONTAR, a direção da entidade afirma  que os propósitos de garantir a formalidade no emprego de todos os trabalhares do campo e o combate ao trabalho escravo e infantil, são as grandes bandeiras da entidade. “A saúde, segurança do trabalho e salários dignos, são bandeiras principais da nossa entidade, que hoje completa um ano de luta e teremos muitos desafios”, disse Antonio Lucas.

A CONTAR nasceu com a experiência acumuladas de vários dirigentes sindicais do campo. O presidente Antonio Lucas Filho, é um migrante, que cortou cana muitos anos no município de Santa Helena  de Goiás-GO, e conhece a realidade dos assalariados brasileiros. Ele e toda direção da CONTAR, tem grandes experiências que acumularam durante anos de luta na organização sindical. A CONTAR também se junta a várias outras entidades, na defesa da reforma agrária no Brasil.

Apesar do reconhecimento e da organização existente há um ano, Antonio Lucas Filho, disse que o Ministério do Trabalho ainda não emitiu o Registro Sindical da CONTAR. Para essa questão do registro, a entidade quer parceria com todas centrais sindicais e dos sindicatos que já estão com registro no M.T.E.  “Sem o registro sindical do Ministério do Trabalho, fica difícil a implementação das políticas planejadas pela CONTAR” disse Lucas.

 

CONTATO:

Antonio Lucas Filho

Tel – 61 – 998303413

Email – lucas@contar.org.br

 

 

 

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