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PARAÍBA COMEÇA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA

VACINAÇÃO SEGUE ATÉ 30 DE NOVEMBRO

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A governo da Paraíba iniciou  a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, destinada a bovinos e bubalinos (búfalos), de 0 a 24 meses. A meta da campanha, que prossegue até 30 de novembro, é vacinar mais de 90% do rebanho.

Desde 2014, a Paraíba mantém o certificado de “Estado livre da febre aftosa com vacinação”, fornecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE); e desde 2011, tem atingido 90% da meta de vacinação contra a febre aftosa. Na primeira etapa da campanha, em maio deste ano, o índice atingido foi de 92%. A meta é que, até 2021, o Estado consiga o status de livre da febre aftosa sem vacinação, conforme preconiza o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

O presidente da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), Nivaldo Magalhães, garantiu o esforço do órgão para atingir a meta de vacinação. “Nossos técnicos estão empenhados nessa missão e os extensionistas já estão no interior do Estado envolvidos com a campanha. Essa foi a determinação que o governador nos deu e vamos cumpri-la até o dia 30, para que a Paraíba continue na zona livre de febre aftosa”, frisou.

 

Entre bovinos e bubalinos, a Paraíba tem atualmente 1,28 milhão de animais. Para vacinar os animais de 0 a 24 meses com dose de 2 ml, o produtor deve procurar as casas veterinárias cadastradas na Gerência Executiva de Defesa Agropecuária da Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap) e comprar a vacina. Em caso de dúvidas no processo de vacinação, deve procurar os escritórios no interior do Estado, que disponibilizarão médicos veterinários.

CONFIRA O VÍDEO NO PBTV:

FONTE – SECOM PB

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Pesquisa sobre produção de palma é ampliada na PB

 

Projeto beneficia agricultura familiar

 

Agricultores familiares e produtores paraibanos terão, em breve, um banco de palma forrageira. O Programa de Melhoramento Genético da Palma (BAG) teve início em agosto de 2018 na Estação Experimental Pendência, em Soledade-PB (196km da capital) e surgiu a partir da necessidade de criar alternativas para alimentação do rebanho, em períodos de estiagens prolongadas.

O presidente da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiário (Empaer), Nivaldo Magalhães, destacou que devido à importância econômica da cultura, a execução de um programa de melhoramento genético da palma é fundamental para os agricultores familiares da Paraíba.

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Segundo o diretor de Pesquisa Agropecuária da Empaer Manoel Antônio de Almeida, o Programa de Melhoramento Genético de Palma se constitui de grande importância para a pecuária da Paraíba e do semiárido brasileiro, “pois irá selecionar e desenvolver novas variedades de palma com resistência à cochonilha do carmim e com maior potencial de produção”. A palma forrageira é a principal planta xerófila cultivada no Nordeste em função de seu potencial de produção, principalmente por ter resistência comprovada à seca, podendo sobreviver e crescer em baixas precipitações.

O programa de pesquisa é composto de 121 tipos de palma forrageira compreendendo 12 espécies, sendo quatro cultivares, 28 variedades forrageiras, 61 frutíferas, 17 destinadas à produção de verdura e 13 clones oriundos de hibridação, cultivo de sementes e seleção de plantas sexuais.

Os genótipos utilizados nas pesquisas foram provenientes da estação experimental Benjamin Maranhão, em Tacima, oriundos da importância na década de 1990 da Universidade de Chapingo no México e do programa de melhoramento genético do IPA, desenvolvido pelo pesquisador Djalma Cordeiro dos Santos. Na Empaer, o programa é desenvolvido pelo pesquisador Isaias Vitorino Batista de Almeida e pela equipe técnica da Estação Experimental Pendência, composta por Thiago Aires Souza, José Pereira do Nascimento e Leonardo Torreão Villarim de Medeiros.

COM INFORMAÇÕES DA SECOM PB