PARAHYBA: UM ESTADO BOM DE SE VIVER

Destino Paraíba’ vai ser apresentado para agentes de viagens de Brasília e Goiânia

Os principais roteiros da Paraíba estão sendo apresentados  para agentes de viagens de Brasília e Goiânia nesta semana,  durante treinamentos que serão realizados nas operadoras CVC, Visual e Bancorbras. A ação está sendo coordenada pela Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), em parceria com as operadoras, a ABIH-PB (Associação Brasileira de Hotéis, secção Paraíba), Convetion Bureau de João Pessoa, Federação do Comércio e as Secretarias de Turismo de Campina Grande, Cabedelo e Conde. A comitiva paraibana participará também do Centro-Oeste Tur, evento que irá reunir mais de 1,5 mil profissionais em Goiânia nesta quinta-feira, 18 de abril no Centro de Convenções da capital goiana.

.

Hoje, 17 de abril, a comitiva paraibana começa o treinamento para agentes de viagens da operadora CVC. Na quinta, a mesma ação será desenvolvida junto aos profissionais da TAM Viagens. Ainda em Goiânia, o trade paraibano participa do Centro-Oeste Tur, divulgando os roteiros de sol e mar, gastronomia, festas juninas e cultura no brejo paraibano. Na sexta-feira (19), a comitiva retorna para Brasília, onde haverá um treinamento com a presença de 100 agentes de viagens da Bancorbrás.

Negociação do Setor Canavieiro de Goiás começa essa semana

Expansão da representatividade sindical e reajuste de 20,1% são algumas das propostas

Canavieiros de Goiás partem para a primeira reunião com o Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol e Açúcar do Estado de Goiás (Sifaeg/Sifaçúcar) para negociar a 29ª Convenção Coletiva do setor. O encontro será no dia 11 de abril, na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Goiás (Fetaeg), às 14h.

O diretor de Assalariados da Fetaeg, José Maria de Lima, afirmou que essa é uma fase muito importante, principalmente por expandir a representatividade a todos os trabalhadores da agroindústria sucroalcooleira e também pelo reajuste do piso salarial.

Propostas

Após 37 assembleias com trabalhadores(as) do setor canavieiro, o reajuste salarial proposto é de 20,1%. O índice se justifica pela mecanização de 87% das lavouras de cana em Goiás (dados do DIEESE), para o corte manual restou apenas o corte mais difícil (locais de brejo, margens de estradas, etc.) e isso reduziu significativamente o ganho dos trabalhadores. Com a aprovação deste reajuste, o piso salarial passaria para R$ 880,00.

Outras reivindicações estão na pauta, como garantia de alimentação gratuita e de qualidade; pagamento de 2horas in intinere (tempo de transporte); fornecimento de 2 uniformes e 2 botinas; dar preferência aos trabalhadores já contratados nos casos de promoção e ocupação de função especializada; garantir o quinquênio, entre outras.

Representatividade

O Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) de Goiás, seguindo a Orientação Jurisprudencial nº 419 (OJ 419) da SDI-1 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) também reivindica o direito a representar todos os funcionários das agroindústrias sucroalcooleiras do estado.

Essa medida inclui os trabalhadores que não estão na lavoura de cana de açúcar, mas também nos pátios das agroindústrias, em escritórios administrativos, motoristas, dentre outros. O TST já reconhece que todo o trabalhador do setor sucroalcooleiro é um trabalhador rural e, portanto está representado pela Convenção Coletiva dos Trabalhadores Rurais.

O diretor da Fetaeg reconhece que essa negociação será um desafio, mas acredita que com a união e mobilização dos trabalhadores muitas conquistas são possíveis.

 

Serviço:

Negociação da 29ª Convenção Coletiva do Setor Canavieiro

Data: 11/04/2013

Horário: 14h

Local: Fetaeg – Rua 16-A (esquina com Av. República do Líbano), Qd. 16-A, Lt. 2E. Setor Aeroporto.

Contato: José Maria de Lima – (62) 8118-3936

Usuário do CITYBUS é enganado pelo sistema transporte

 

 

Em 2009 começava a funcionar o novo serviço de transporte de Goiânia, o CITYBUS; micro-ônibus equipados com televisor com tela de LCD, tomada de energia para recarregar celular, ar-condicionado, moedeiro eletrônico, validador de cartões, sistema Wifi e posteriormente o funcionamento do Cartão CityBus e o “CityBus dia”.  Fui um dos primeiros a usar o sistema e pedir a redução da tarifa, mas não fui ouvido.

Depois de 4 anos de funcionamento e várias crises, o sitema CITYBUS  está definhando e enganando o usuário. Não existem moedeiros, o sistema wifi está desligado, os cartões “dia” e “Citybus” não funcionam, retiraram as TVs do veículos, e os horários irregulares. Apesar de tudo isso não ser comunicado, o sistema engana o usuário e não diminui a tarifa. O valor de R$ 4,50  é baseado no que é oferecido ao usuário, e é lógico  que se há redução de serviços, obrigatoriamente terá que reduzir a tarifa, mas isso não aconteceu com o sistema de transporte especial de Goiânia.

O transporte  que seria especial para o usuário de Goiânia, tornou-se uma grande enganação de tarifa diferenciada. Mas só sabe disso quem usa o sistema e sofre ao tentar deixar o carro em casa e usar ônibus e micro-ônibus.

Acho que mais o vez os empresários do transporte coletivo enganaram o usuário,  e o poder publico não consegue acompanhar as enganações desse sistema. O Ministério Público Estadual deve tomar providência e investigar a composição da tarifa de transporte coletivo (CityBus) e a qualidade do serviço oferecido.

 

 

 

122 minutos para chegar em casa usando o transporte coletivo

A SAGA DO SETOR SUL ATÉ O SANTA GENOVEVA!

A parada de ônibus tem o número 81, a linha é 302, o tempo de espera e viagem é uma eternidade; foram 122 minutos entre a espera, trajeto e deslocamento do ponto até a minha casa. Cheguei exatamente às 17h no ponto de ônibus no setor sul e  na porta de casa no Santa Genoveva, às 19h02.

A necessidade e a vontade de colaborar com o trânsito goianiense é grande, mas somos forçados a entupir as vias da cidade com carros. O usuário do transporte coletivo é desrespeitado e massacrado pelas famigeradas empresas de transporte coletivo.

Após 56 minutos de espera pelo ônibus da linha 302, entrei no veículos e perguntei, diante muito barulho, ao motorista, qual o motivo do atraso. O trabalhador do transporte respondeu laconicamente que o outro motorista não foi trabalhar. Fiquei sem entender, mas compreendi que estava juntamente com uma centena de passageiros, numa situação de refém do sistema de transporte.

No trajeto, um engavetamento na rua 86, ainda no setor sul, e um caos entre a baixada da marginal Botafogo até a Praça Universitária, depois um grande congestionamento na quinta avenida na Vila Nova e uma longa fila de carros até chegar a Av.São Francisco. Uma saga de 122 minutos até chegar à porta de casa.

Esse sistema goianiense agora vai “atender” os usuários brasilienses, pois o governo do Distrito Federal, resolveu intervir numa empresa local que domina o setor desde a fundação de Brasília. Agora o que o goianiense sofre teremos outros usuários que vão sofrer também.

O desrespeito do sistema de transporte coletivo de Goiânia não permite que o trabalhador comum deixe seu carro em casa e utilize o sistema, daí o caos no trânsito, mobilidade e transporte.

Vamos salvar Goiânia antes que o sistema de transporte nos sufoquem ainda mais!