Indígenas discutem a AÇÃO INTEGRADA de saúde dos governos

 

 Abertura da conferência em Cacoal com

  manifestações dos Cinta Larga e Mamãide

 

POVO CINTA LARGA faz manifestação durante a abertura da Conferência de saúde

Uma grande manifestação dos povos Cinta Larga e Mamãide, marcou a abertura da 5ª Conferência do   Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena realizada em Cacoal-RO. Marina Costa, representando a Secretaria Especial de Saúde Indígena, Nádia Elizabeth Villas Boas, representando o Conselho Nacional de Saúde, Wurariui Suruí, representando a FUNAI, além da presidente do Conselho de Saúde Distrital, Elizabete Cinta Larga, formaram a mesa de abertura dos trabalhos da Conferência em Cacoal.

Na tarde desta terça-feira, 17, os delegados e delegadas da Conferência, estão participando da Mesa redonda “Atenção Integral e diferenciada nas três esperas de Governo”, e depois vão para os grupos de trabalho. Até quinta-feira os participantes discutirão Controle Social e gestão participativa; Etnodesenvolvimento e segurança alimentar e nutricional; Saneamento e Edificações de saúde indígena.

O DSEI tem abrangência em 18 municípios de Rondônia e Mato Grosso, com área territorial de aproximadamente 5,5 milhões/ha. A população indígena nesse distrito é de 7.513 habitantes em 168 aldeias.
A conferência distrital DSEI Vilhena, elege os delegados (as)  para Conferência Nacional, que acontecerá em Brasília (DF), de 26 a 30 de novembro. A 5ª CNSI é uma realização do Ministério da Saúde, através da Sesai- Secretaria Especial de Saúde Indígena- em conjunto com o Conselho Nacional de Saúde –CNS- e tem como objetivos avaliar as ações e serviços de saúde contidos na Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, publicada pela portaria GM/MS nº 254/02; e aprovar diretrizes para atualização e reformulação da atual política de saúde indígena.

 

CONTATOS:

Luiz Henrique Parahyba

Assessor de Comunicação Conselho Nacional de Saúde – (61) 9928-8114

NELSON MUTZIE

Assessor Indígena do DSEI (69) 9246-5867

TALITA CÁSSIA DE QUADROS

Comissão Organizadora Conferência – (69) 9207-3344 (69) 3443-2502

CACOAL realiza Conferência de Saúde Indígena

 

  17 etnias de dois estados vão discutir e apontar soluções para a saúde

 

O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena realiza, a partir desta terça-feira 17, no município de Cacoal-RO, a Etapa Distrital da 5ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (5ª CNSI). Segundo a coordenadora do DSEI, Alda da Silva Uchôa, cerca de 200 participantes entre indígenas de 17 etnias e não indígenas, deverão participar do evento na Universidade Federal de Rondônia – Campus Cacoal. O DSEI tem abrangência em 18 municípios de Rondônia e Mato Grosso, com área territorial de aproximadamente 5,5 milhões/ha. A população indígena nesse distrito é de 7.513 habitantes em 168 aldeias.
A abertura da Conferência será às 9h, nesta terça-feira, e haverá a análise e aprovação do regulamento interno da Conferência Distrital, com uma dinâmica de mesas e grupos de trabalhos. Os Temas da Conferência Distrital serão: Atenção Integral e diferenciada nas três esperas de Governo; Controle Social e gestão participativa; Etnodesenvolvimento e segurança alimentar e nutricional; Saneamento e Edificações de saúde indígena.

Estarão presentes a coordenadora do DSEI Vilhena, Alda  da Silva Uchôa; a  presidente do Conselho Distrital de saúde Indígena (Condisi), Elizabete Cinta Larga e o vice presidente Fernando Dywuru; Nelson Mutzie, assessor indígena do DSEI.
A etapa distrital prepara a Conferência Nacional, que acontecerá em Brasília (DF), de 26 a 30 de novembro. A 5ª CNSI é uma realização do Ministério da Saúde, através da Sesai- Secretaria Especial de Saúde Indígena- em conjunto com o Conselho Nacional de Saúde –CNS- e tem como objetivos avaliar as ações e serviços de saúde contidos na Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, publicada pela portaria GM/MS nº 254/02; e aprovar diretrizes para atualização e reformulação da atual política de saúde indígena.

 

CONTATOS:

Luiz Henrique Parahyba

Assessor de Comunicação Conselho Nacional de Saúde – (61) 9928-8114

NELSON MUTZIE

Assessor Indígena do DSEI (69) 9246-5867

TALITA CÁSSIA DE QUADROS

Comissão Organizadora Conferência – (69) 9207-3344 (69) 3443-2502

 

QUEM QUER SER MÉDICO EM CUBATI E JURIPIRANGA?

 

Na falta de médicos a Paraíba vai receber 60 profissionais para atuar em 35 municípios

 

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS começa a ser implementado onde nenhum profissional de saúde quer trabalhar. O programa chega a municípios como Cubati, Ingá e Juripiranga, locais onde não tem médicos.  A Paraíba receberá 60 médicos, sendo 47 brasileiros e 13 estrangeiros, do Programa Mais Médicos para atuarem na atenção básica no interior do Estado, beneficiando cerca de 180 mil paraibanos. Os médicos brasileiros começaram os trabalhos nesta segunda-feira (2), enquanto os estrangeiros iniciarão as atividades no dia 16 deste mês. Nesta terça-feira (3), às 10h30, no auditório da agência do Banco do Brasil da Avenida Epitácio Pessoa, na Capital, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, do Ministério da Saúde e de Cuba se reúnem para discutir as estratégias do programa na Paraíba.

 

No dia 26 de agosto, em Recife (PE), os profissionais iniciaram uma formação, que se estenderá até o dia 13 de setembro. Na formação estão sendo abordados assuntos como Legislação do SUS, Políticas Públicas de Saúde e Língua Portuguesa. Ao final do curso, eles serão submetidos a uma avaliação e a um teste linguístico. Os médicos formados no exterior serão avaliados por professores de instituições públicas brasileiras e os que forem considerados aptos a participar do programa receberão um registro profissional provisório. A bolsa, tanto para os brasileiros quanto para os estrangeiros, será no valor de R$ 10 mil.

Os 47 médicos brasileiros trabalharão nos seguintes municípios: João Pessoa (20); Bayeux (2); Areia (2); Alagoinha (1); Bananeiras (1); Barra de Santana (1); Belém do Brejo do Cruz (1); Caaporã (1); Cacimba de Dentro (1); Cajazeirinhas (1); Catingueira (1);  Caturité (1); Conde (1);  Cruz do Espírito Santo (1);  Cubati (1); Ingá (1); Itapororoca (1); Juripiringa (1); Lucena (1); Nova Floresta (1); Pocinhos (1);  São Miguel de Taipu (1); Serra Redonda (1); Solânea (1); Tavares (1) e Vieirópolis (1).

Dos 13 médicos estrangeiros que trabalharão na Paraíba, nove são cubanos, dois espanhóis e dois bolivianos, que atuavam na Argentina. Os municípios de Água Branca e Baía da Traição receberão médicos espanhóis; São José de Piranhas receberá os bolivianos; e os cubanos irão para os municípios de Algodão de Jandaíra, Damião, Gado Bravo, Juazeirinho, Manaíra e Serra Grande.

A previsão é que os profissionais chegarão aos municípios entre os dias 14 e 15 de setembro e comecem a trabalhar no dia 16. A estimativa é que mais de 180 mil paraibanos sejam beneficiados, inicialmente, com o Programa.

“A perspectiva do Programa Mais Médicos é que onde esteja faltando médico seja garantida a chegada do profissional melhorando a atenção básica”, disse a gerente da Atenção Básica, de Secretaria de Estado da Saúde (SES), Shenia Maria Felício.

Ela explicou que, de acordo com o Programa do Ministério da Saúde, o regime trabalhista é de 40 horas semanais. Os médicos do Programa Mais Médicos serão acompanhados por supervisores que irão avaliá-los quanto ao desempenho e cumprimento de horário e também terão que cursar Especialização em Saúde da Família promovida pela UFCG. Ao aderir ao Programa Mais Médicos, os municípios se responsabilizam pelas despesas com moradia e alimentação dos médicos.

PROGRAMA  MAIS MÉDICOS – Lançado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Agora o SUS precisa de mais recursos, e o Movimento nacional em Defesa da Saúde Pública, quer a garantia de 10% das receitas correntes brutas da União para o SUS.  O projeto já está tramitando no Congresso, agora é exigir do seu parlamentar a votação URGENTE, URGENTÍSSIMA da proposição.

FONTE – SECOM PB