Ai de Ti Palestina Laica/Cristã/Islã/Judia/Universal

 

Pedro Wilson Guimarães

 

Artigo XXX – “Nenhuma disposição da Declaração Universal dos Direitos Humanos pode ser interpretada como o reconhecimento a qualquer Estado, grupo ou pessoas, do direito de exercer qualquer atividade ou praticar ato destinado à destruição de quaisquer dos direitos e liberdades aqui estabelecidos.”

 

1. Ai de ti Palestina. Milenar. Palestina de Jesus Cristo e de Ismael e de Israel. Na segunda grande guerra mundial o ovo da serpente era o nazismo e a grande vítima o holocausto dos judeus e também dos ciganos, cristãos, russos e de muita gente inocente que morreu para salvar o mundo desta guerra de 50 milhões de mortos. Pagamos muitos juros e correção monetária até hoje. Criamos a ONU (presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha) e aprovamos a declaração universal dos direitos humanos para toda gente boa gente do planeta terra água de Deus do amor. E da misericórdia hoje tão solicitada pelo papa Francisco. Norbertto Bobbio dizia que o século XXI poderia ser do amor e dos direitos humanos. E assim vencendo barbáries, ódios, violências. E protegendo muitos migrantes a procura de saciar a sede e a fome de paz e justiça para todos homens, mulheres, famílias, comunidades. Nações de todas as cores, etnias, origens geográficas, sociológicas, econômicas, antropológicas e históricas. Para Jesus Cristo com a boa nova do evangelho não há mais distinção de gente do ocidente a oriente. Todos são filhos de Deus da terra prometida de maná, liberdade, igualdade e fraternidade. Parece-nos que o mundo não aprendeu com duas grandes guerras mundiais. E tantas guerras regionais onde quem paga o pato são os pobres sempre migrantes do terceiro milênio. São refugiados seqüestrados, manietados, bombardeados, traficados. E quase todos expulsos para sempre do futuro quando não do hoje em termos de vida digna. Expulsos da própria terra há milênios como os palestinos hoje, e, ontem os judeus e suas diásporas. Assassinam-se três jovens judios e o mundo pela mídia repele com justiça. Assassina-se um jovem palestino sem nenhuma culpa e é queimado vivo. Vingança. Vingança maior que matam bebês, jovens e mais de centenas de palestinos em nome da segurança do estado de Israel com a ajuda americana do norte que julga direitos de retaliação impune. Ai de ti Palestina! É porque em 1948 não foram criados dois estados – Israel e Palestina? Em grande parte por causa do lobby financeiro de Wall Street e ainda donos de impérios midiáticos de leste a oeste deste planeta. Pobre planeta pobre tão moderno e tão atrasado! Outro ovo da serpente (complexo militar industrial) gerou a guerra do Vietnan e levou o mundo a uma guerra regional de dez anos com milhares, milhões de mortos, aleijados, refugiados, queimados com napalns. Agentes laranjas depois transformados em insumos agrícolas para desfolhar nossos cerrados, amazônias, matas brancas e atlânticas? Outro ovo da serpente (Bush, Cheney e corrida armamentista) gerou a invasão e guerra do Iraque. Hoje vive-se lutas fratecidas continuadas entre sunitas, xiitas, curdos, levantes… Tudo isto era por causa democrática ou interesses nas compras de petróleos? Outros ovos de serpentes estão sendo gestados e produzidos aqui e acolá. Aqui por elites conservadoras insatisfeitas com a democratização das riquezas no Brasil. E na Argentina, na Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Equador e África? Acolá pela ação do estado de Israel e sua política racista contra o povo palestino. É preciso lembrar que a ação pela criação do estado de Israel muitas ações foram citadas como terroristas contra soldados britânicos protetorados da região por muitos anos. Velhos e novos imperialismos estão sempre germinando ovos de serpentes que trazem destruição massiva para povos vulneráveis, fragilizados pelos materialismos e consumismos desta sociedade de mercados tão abertos para poucos e tão fechados para milhões de excluídos e condenados da terra rural e urbana. As bestas vestais daqui e dali que demonizaram a copa estão acolá, além e aqui. Benza Deus o mundo. Benza Deus o povo palestino. Benza Deus o povo judeu. Não às guerras fratecidas. Não à violência parta de onde partir. Vingança não resolve nada somente aumenta as dores de milhões de famílias de descamisados do mundo todo. E ainda vítimas de barbáries como febres amarelas, ebolas, aids, malarias, dengues, hepatites, fundamentalismos (de estados e de grupos religiosos), minas, bombas drones, tanques, mísseis. E as derrubadas de inocentes aviões, portadores de cientistas da luta contra a aids? O que fazer? Façamos a paz e não as guerras. Façamos pazes e não indiferenças. A pior coisa que os ataques ao povo palestino é a nossa indiferença. É nosso medo. É nossa covardia de aceitar estes pequenos grandes apocalipses que numa hora para outra pode envenenar o planeta da vida terra. E da água, da fauna, da floresta da vida digna de ser vivida com ar, bom clima, bons ares para hoje e amanhã com esperanças de sermos felizes. Precisamos saber que as más ações do mal, das flores do mal, das bombas, dos ódios, dos fora qualquer coisa, das discriminações, das violências no oriente e no ocidente que podem nos levar para eras das pedras lascadas? Caminhos sem volta. Exige de mim, de você, de todos nós discernimentos, marchas, caravanas, caminhadas, manifestações a favor da paz, e do povo palestino, que, tem direitos de ter seu estado sem ajoelhar para estado nenhum. E muito menos para o estado de Israel que não representa, imaginamos-nos, todos os judeus e suas diásporas pelo mundo. Violência gera violência, ainda violência covarde de qualquer estado reconhecido ou não. Ai de ti Palestina. Ai de ti mundo gira mundo. Creiamos em Deus, na historia, na democracia e na esperança para todos os povos e culturas de justiça e paz como dizia João XXIII e agora o papa Francisco. E por isso creiamos na misericórdia de Deus, mas também em nossas responsabilidades perante estes tempos idos espaços da humanidade peregrina de norte a sul. E assim por um mundo de desenvolvimento social e econômico sustentável, saudável, solidário. Denunciar é preciso. Construir a paz e justiça é mais ainda necessário. Urgente. Precisamos da verdade, da justiça, equidade, ética, solidariedade. Precisamos fazer mais que gestos, atos pela paz fundada nos direitos humanos universais e indivisíveis aqui e acolá. Axé. Amém, shalan, shalon. Jesus veio para libertar todos os homens e mulheres. Libertemos a Palestina (e os povos saauris, bascos, catalãos, curdos, ciganos, chechenos, armênios e indígenas) e todo mundo longe dos ovos de pequenas e grandes serpentes. Um dia virá um novo mundo novo. Oxalá. Ai de ti Palestina viva, morta. Viva, sempre, Palestina viva.

 

Pedro Wilson Guimarães. Presidente da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia/2013 – AMMA. Presidente da Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente – ANAMMA 2013/2015. Secretário do Ministério do Meio Ambiente2012/2013. Prefeito e Vereador de Goiânia. Deputado Federal de 1993-2011 PT/GO. Professor da UFG e da PUC-GOIÁS.  Militante dos Movimentos de Direitos Humanos, Fé e Política, Educação, Cerrados. E-mail: pedrowilsonguimaraes@yahoo.com.br  

CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE LANÇA DOCUMENTO SOBRE ELEIÇÕES 2014

Pleno do CNS aprova  Agenda Propositiva para a Saúde nas Eleições

 

Os membros do  Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovaram nesta quinta-feira, 17,  um manifesto com recomendação à sociedade para o processo eleitoral deste ano.

O Pleno do CNS  apresenta um  manifesto à sociedade  em forma de Agenda Propositiva para a Saúde nas Eleições 2014. Entre as propostas apresentadas estão a garantia do direito à saúde e acesso a cuidados de qualidade, a valorização do trabalho e da educação na saúde e o fortalecimento da participação social na saúde. Confira o texto na ÍNTEGRA:

 

AGENDA PROPOSITIVA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

Com o objetivo de estimular o debate democrático, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) apresenta à sociedade brasileira sua Agenda Propositiva para a Saúde nas Eleições 2014.

Como reza a Constituição brasileira, a saúde decorre das condições de vida das pessoas e, portanto, a garantia do direito à saúde depende da melhoria dessas condições. O Brasil tem se desenvolvido, mas ainda não alcançou um nível de vida satisfatório para todos e todas nem superou as desigualdades sociais. Para isso, precisa se desenvolver mais e melhor, com base em um modelo que assegure a soberania nacional; o pleno emprego e o combate às desigualdades de renda; os investimentos em habitação, saneamento e transporte público; a preservação do ambiente e o manejo sustentável dos recursos naturais; e o acesso universal a serviços de qualidade nas áreas de Saúde, Alimentação Educação, Previdência e Assistência Social.

A saúde é um direito humano e social. Cabe aos governos e à sociedade encontrar os meios necessários para que seja assegurada de modo universal e igualitário, respeitando-se a autonomia e a diversidade de indivíduos, grupos e populações, de acordo com as necessidades.

É importante lembrar que investir em saúde é uma das formas de retorno dos impostos pagos pela população e que a garantia de um Sistema Único de Saúde (SUS) de qualidade exige que os cidadãos e as cidadãs sejam ativos. Nesse sentido, é importante participar das ELEIÇÕES para presidente (a), senadores (as), governadores (as) e deputados(as) federais e estaduais no ano de 2014, valorizando seu VOTO e cobrando dos candidatos(as) o posicionamento público quanto ao seu compromisso com a DEFESA INCONDICIONAL DO SUS IGUAL PARA TODOS E TODAS.

 

AS PROPOSTAS DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE

Garantia do direito à saúde e acesso a cuidados de qualidade

1. Promover reformas estruturais do Estado que favoreçam a saúde, a justiça social, ampliem a participação social e contribuam para a distribuição de renda e a transparência das políticas públicas:

a) Reforma Política, visando ao fortalecimento da democracia representativa, com o controle social do processo eleitoral, o financiamento público das campanhas eleitorais e o combate à compra e venda de votos. Do mesmo modo, a reforma política deve fortalecer a participação social nas decisões políticas, por meio de plebiscitos, referendos e da preferência na tramitação de projetos de lei de iniciativa popular.

b) a Reforma Tributária, como instrumento de redução das desigualdades sociais e de recuperação dos princípios da justiça fiscal, que determinam a quem tem mais patrimônio e mais riqueza que pague mais impostos.

c) Reforma do Poder Judiciário, buscando o aumento da transparência do seu funcionamento, através da multiplicação das audiências públicas e da priorização das ações coletivas sobre as individuais, entre outras medidas.

d) Democratização dos meios de comunicação, reafirmando seu caráter público e a defesa da regulação democrática das redes de internet, televisão, rádio e jornais.

e) a aprovação do Projeto de Lei de Responsabilidade Sanitária que trata do rigor e da transparência na aplicação de recurso público na saúde, responsabilizando gestores e gestoras.

f) a revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal, excluindo-se o limite de despesa com a contratação de trabalhadores e trabalhadoras da saúde.

2. Aprovar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, apoiado por mais de 2,2 milhões de assinaturas e articulado pelo Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública (Saúde + 10), que determina a aplicação anual de 10% das receitas correntes brutas da União ou seu equivalente.

3. Acabar com a Desvinculação das Receitas da União (DRU) para o orçamento da Seguridade Social.

4. Ampliar a oferta de serviços e ações de saúde de modo a atender as necessidades de saúde, respeitando os princípios da integralidade, humanização e justiça social e as diversidades ambientais, sociais e sanitárias das regiões.

5. Garantir o acesso universal e igualitário a serviços e ações de qualidade por meio da manutenção e ampliação da rede pública de saúde, como espaço de cuidado, de formação de pessoal e de trabalho.

6. Reduzir as desigualdades de acesso por condição de renda, gênero, raça, geração e condição de vida, respeitando os direitos humanos, as escolhas das pessoas e suas práticas e saberes em saúde.

7. Valorizar o acesso ao local de cuidado mais próximo da moradia e ou do local de trabalho.

8. Respeitar a diversidade cultural das práticas de cuidado das populações vulneráveis ou excluídas e combater toda forma de violência, de racismo institucional e social, de discriminação de gênero, geração ou condição de vida, que venha a comprometer o acesso.

9. Defender os direitos sexuais e direitos reprodutivos com o respeito às escolhas de mulheres e homens sobre sua saúde e sua vida.

10. Fortalecer o cuidado da saúde nos serviços básicos e especializados, valorizando a promoção da saúde, a prevenção de doenças, a redução da mortalidade materna e outras mortes evitáveis, sem descuidar das ações de tratamento de doenças e agravos.

11. Oferecer acolhimento humanizado e de qualidade nos serviços do SUS, incluindo as práticas integrativas e complementares, como a homeopatia, a acupuntura, a fitoterapia, entre outras.

12. Articular iniciativas conjuntas da saúde com outros setores da administração pública e organizações da sociedade que melhorem as condições de vida das pessoas.

13. Promover o fortalecimento da gestão compartilhada e solidária entre o município, o estado e a União, nas regiões de saúde, visando a oferecer ao cidadão o cuidado integral.

14. Defender uma política industrial, uma política de ciência, tecnologia e inovação em saúde que, juntas, promovam a produção nacional, a custos suportáveis pelo SUS, dos insumos (medicamentos, vacinas, materiais e equipamentos de saúde) indispensáveis ao atendimento adequado às necessidades de saúde dos brasileiros e das brasileiras, incluindo as tecnologias de promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação, que fortaleçam a autonomia dos usuários e das usuárias, reduzam o risco de doenças e agravos provocados pela própria atenção à saúde e permitam que o direito à assistência farmacêutica se amplie no Brasil.

15. Regular o mercado de produtos e serviços de saúde, incluindo a indústria de medicamentos e outros insumos e as operadoras de planos e seguros privados de saúde, de modo a assegurar a primazia do interesse público.

Valorização do trabalho e da educação na saúde

16. Proteger e valorizar o trabalho na saúde, formulando diretrizes nacionais, implantando planos de carreira, cargos e salários, e desenvolvendo políticas de segurança e saúde e de educação permanente para os trabalhadores e as trabalhadoras.

17. Combater a precarização das relações de trabalho, evitando a transferência ou terceirização de serviços públicos para instâncias de direito privado.

18. Ampliar as ações de provimento e fixação de equipes multiprofissionais para o SUS em todas as regiões do país, incluindo o Programa Mais Médicos.

19. Assegurar ambientes de trabalho saudáveis e promotores do bem-estar dos usuários e das usuárias, dos trabalhadores e das trabalhadoras e dos estudantes.

20. Garantir a aplicação dos 10% do PIB na Educação, contemplando os ambientes de aprendizagem e as práticas nos serviços do SUS.

21. Regular a formação de profissionais de saúde, por meio de um sistema nacional de educação, contemplando diretrizes para o ensino nos cursos de saúde que sejam coerentes com as necessidades de saúde do povo e enfatizem a atenção básica.

22. Ampliar a participação social na formulação e na implantação das políticas de educação, na área da saúde, com garantia da qualidade e expansão de vagas nas escolas públicas de todos os níveis educacionais, incluindo as Residências em Saúde.

Fortalecimento da participação social na saúde

23. Fortalecer a elaboração de orçamentos participativos em todas as esferas do SUS.

24. Transformar os Distritos Sanitários Especiais Indígenas – DSEI – em espaços de participação e construção do Subsistema de Saúde Indígena do SUS.

25. Respeitar a competência legal, a autonomia e as decisões dos Conselhos de Saúde na formulação de políticas e na fiscalização da gestão.

 

 

 

 

CUIDAR DAS PESSOAS FAZ BEM

Vamos cuidar de todos e todas

 

Conheci Santino, o pai de Nego Bé. Mas isso não importa, se os nomes são verdadeiros ou fictícios, o que importa é que muitas vezes  não cuidamos das PESSOAS. Nos  divertimos com os excluídos, os dependentes químicos, deficientes, transtornados e andarilhos. Esses estilos, nas cidades do interior, sempre despertam a atenção criando mitos e fantasias. Alguns criam estórias de terror com personagens reais e outros preferem assustar crianças e até outros fragilizados, impondo uma figura mística da cidade em suas “assombrações”. Estou tratando dos EXCLUÍDOS!

 

Nego Bé

Em Alvorada do Norte-GO, município distante 460km da capital, também tem lendas e estórias dos excluídos. O filho de Sr.Santino, o NEGO BÉ, era sem dúvida, um dos maiores expoentes da filosofia de Rauzito, por isso, Nego Bé era exaltado  e aclamados pelos jovens e excluídos e odiado pelos falsos moralistas. Mas essas pessoas  não  cuidavam do CIDADÃO NEGO BÉ. Achavam engraçado, desdenhavam, mas poucos ofereciam apoio e ajuda  para ele  sair da situação de dependência química e ao menos a situação de fome e miséria que o cidadão se encontrava.

Um relato dramático de uma profissional de saúde que tratou nos últimos momentos da vida de Nego Bé, afirma que o cidadão tinha estado avançado de cirrose hepática, mas tinha outra doença grave, que o deixou com feridas, carrapatos, piolhos e eczemas, a doença de Nego Bé era ABANDONO. Precisamos cuidar dos nossos irmãos e irmãs, moradores em situação de rua ou pessoas com transtornos. A missão agora pode ser reforçar as entidades e organismos que cuidam de pessoas em situação de risco, e na prática é que nós cuidemos das nossas pessoas, dos nossos parentes, dos nossos amigos e dos nossos irmãos.

 

Informações – SUS – 136

AGRICULTURA FAMILIAR É TEMA DE CONCURSO DE DESENHO PARA CRIANÇAS

CONTAG INCENTIVA AÇÕES PARA DIVULGAR O ANO DA AGRICULTURA FAMILIAR

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) promove, em julho, um concurso de desenho para crianças de 8 a 12 anos residentes em áreas rurais de toda a América Latina e Caribe. Com o tema “Alimentar o mundo, cuidar do planeta. Desenhando a Agricultura Familiar”, o intuito do concurso é estimular o aprendizado sobre a agricultura familiar e destacar a importância desta atividade para a erradicação da pobreza e da fome.


O concurso faz parte do calendário de atividades que marcam o Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF). A ideia é levar o debate sobre a agricultura familiar para as salas de aula, envolvendo as crianças nesta temática e possibilitando uma reflexão crítica sobre seu contexto de vida no campo, estimulando também a criatividade delas neste processo.
A CONTAG incentiva as escolas rurais a participarem, e pede apoio das federações e sindicatos na divulgação em Escolas Família Agrícola – EFAs, Casas Familiares Rurais – CRFs, e demais escolas rurais. O secretário de Políticas Sociais da Confederação, José Wilson Gonçalves, acredita que a participação das crianças do campo neste concurso poderá agregar aspectos positivos a elas e à escola. “Para o MSTTR, esse concurso representa não apenas a chance da escola e do aluno serem premiados, mas também que as crianças, por meio do lúdico, retratem suas vivências no campo e, dessa forma, fortaleçam sua identidade. Além disso, o concurso viabiliza a introdução do tema da agricultura familiar em sala de aula, o que representa um ganho de conteúdo e conhecimento”, afirma o secretário.
Regras de participação e premiação As inscrições já começaram, e vão até 31 de julho. Os trabalhos das crianças devem ser enviados pelas escolas. Cada escola pode enviar os trabalhos de no máximo 20 alunos, sendo um desenho por criança, de autoria dela e inédito.
Após avaliar os desenhos, a FAO escolherá os vencedores, sendo uma criança por país e cinco em nível regional. Como premiação, as crianças receberão uma placa comemorativa, e a escola receberá o Dia de Alimentação Escolar Sustentável, com o oferecimento de um café da manhã saudável a toda comunidade escolar. O anúncio dos vencedores será feito no dia 22 de agosto.
Mais informações sobre as regras de participação e a ficha de inscrição podem ser encontradas clicando aqui.

http://www.fao.org/family-farming-2014/news/news/details-press-room/pt/c/222350/

FONTE: Imprensa CONTAG