TRABALHADOR RURAL TEM LIBERDADE APÓS 370 DIAS PRESO POR LUTAR PELA TERRA

Encontra-se em liberdade o agricultor perseguido político da Reforma Agrária, Luiz Batista Borges, encarcerado há mais de um ano em Rio Verde-GO. O  TJ/GO concede na tarde desta terça, 25 de abril,  a liberdade ao trabalhador rural Luiz Batista Borges preso desde 14 de abril de 2016.

ATO NO TJ COM A SOLTURA DE LUIZ DO MST

O HC foi impetrado no TJ requerendo a liberdade de Luiz Batista,  devido o excesso de prazo da prisão provisória.  Por  5×0 votos a primeira Câmara criminal de Goiás define pela liberdade do trabalhador.
Luiz e outros militantes que lutam pelo direito ao acesso à terra em Goiás e  haviam sido enquadrados de forma inédita na lei que tipifica o crime de organização criminosa.
Outro preso político em Goiás, Valdir Misnerovicz, já havia sido liberado em outubro de 2016, por decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
Desta vez, uma decisão do Tribunal de Justiça (TJ-GO) beneficiou Luiz: a câmara criminal decidiu por unanimidade em favor do Habeas Corpus impetrado questionando o excesso de prazo da prisão provisória.

 

 

Com informações do MST e editado por Rafael Soriano

saiba mais – http://www.mst.org.br/2016/06/11/valdir-e-luiz-batista-presos-politicos-em-goias.html

Oficineiro no centro de uma roda, as pessoas sentadas e ele em pé. A reunião é no Centro de Convenções de Brasília.

RÁDIO COMUNITÁRIA NA DEFESA DO SUS

“Loucuras no rádio”. Foi esse o nome da oficina ministrada pelo jornalista Luiz Henrique Parahyba na manhã desta quarta-feira, 19, durante a Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde, no Centro de Convenções Internacional de Brasília. Durante a capacitação, que atraiu cerca de 40 pessoas, o facilitador fez transmissão de FM ao vivo no local.

 

RÁDIO COMUNITÁRIA II

Segundo Luiz Henrique, a ideia é despertar membros dos conselhos de saúde para a importância de utilizar o rádio como instrumento de defesa do SUS em suas comunidades. Ele informou que o governo federal suspendeu as concessões de rádios comunitárias e que ainda existem quase 2 mil municípios brasileiros que não possuem emissoras comunitárias em seus territórios.

A oficina deu dicas de como os ativistas podem ajudar a criar associações populares destinadas a explorar a radiodifusão comunitária. Para o jornalista, em localidades mais distantes, emissoras podem ser montadas com facilidade enquanto a comunidade aguarda a outorga do Ministério das Comunicações.

“As rádios devem ser usadas para informar à população dos seus direitos e devem ser democratizadas para que todos os interessados possam usufruir do serviço. Não precisa ser uma rádio só para falar de saúde, mas de todos os temas de interesse das comunidades. O mais plural possível”, defendeu.

Direito à comunicação

A oficina contou ainda com a participação do vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde de João Pessoa (PB), o também jornalista Dalmo Oliveira. “As comunidades têm direito à sua emissora, mesmo sem a autorização expressa da Anatel. Recentemente, no Rio de Janeiro, a Defensoria Geral da União ganhou uma causa na Justiça para garantir o funcionamento de uma rádio não outorgada, mas que estava no ar a serviço da comunidade e não representava prejuízo às outras emissoras”, comentou Oliveira.

O evento atraiu autoridades importantes da Saúde Pública brasileira como os ex-ministros José Gomes Temporão, Alexandre Padilha e Arthur Chioro. Em seis mesas de debates, os conferencistas ouvirão palestras da blogueira Cynara Menezes, do deputado federal Jean Willys, do blogueiro Miguel do Rosário (O Cafezinho), da deputada federal Jandira Feghali, Pablo Capilé (Mídia Ninja) e da ex-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Tereza Cruvinel.

DIÁRIOPB – FONTE

CONTATO PARA OFICINAS – (62) 98114-0202 (WHATSAPP)

FOTOS – Dalmo Oliveira e DIÁRIO PB

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DE QUALIDADE PARA USUÁRIOS DO SUS

 

CONSELHO DE FARMÁCIA ABRE INSCRIÇÕES PARA CAPACITAR  PROFISSIONAIS EM SERVIÇOS DE CUIDADO FARMACÊUTICO NO SUS

 

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O Conselho Federal de Farmácia (CFF) convida os profissionais da área a participar do projeto “Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde (SUS) – Capacitação em Serviços”. A oportunidade de capacitação foi idealizada pelo Grupo de Trabalho sobre saúde pública/CFF, coordenado pelo vice-presidente do CFF, Valmir de Santi. Os interessados poderão se inscrever até o dia 28 de abril.

O desafio é ampliar a participação do farmacêutico no SUS e harmonizar termos, conceitos e processos de trabalho relacionados à atuação clínica desse profissional. “Nosso objetivo é fazer com que os profissionais participantes conheçam, compreendam e apliquem o raciocínio clínico, no sentido de aprimorar o cuidado farmacêutico no âmbito do SUS”, destaca Valmir de Santi.

A metodologia desenvolvida permite ao CFF, por meio dos conselhos Regionais, reunir dezenas de farmacêuticos nos municípios e implantar os cuidados farmacêuticos em sua cidade, com o acompanhamento de tutores que darão consultoria após o curso (veja, abaixo, o passo a passo da inscrição).

A realização do projeto demandará, ao todo, 11 meses de trabalho. Para o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, a iniciativa proporcionará, ao CFF, as condições para acompanhar o desenvolvimento da assistência farmacêutica pública nos municípios brasileiros, oferecendo todo o apoio necessário. “Além disso, queremos contribuir para ampliar a participação dos farmacêuticos no SUS, por meio do incentivo à sua atuação clínica. Hoje, muitos continuam relegados às funções administrativas, apesar da grande contribuição que podem prestar aos usuários dos serviços de saúde.”

A capacitação terá carga horária total de 80 horas, distribuídas em cinco módulos presenciais de 16 horas, que serão ministrados a cada 15 dias. Serão criados 14 centros de formação, em 2017, para atender cerca de 300 municípios com a capacitação e a implantação de serviços de cuidados farmacêuticos nos postos de saúde do SUS.

 

Saiba mais:

 

O que?

Projeto Cuidado Farmacêutico no Sistema Único de Saúde (SUS) – Capacitação em Serviços

 

Prazo para inscrições

Até 28 de abril de 2017

 

Público-alvo

Farmacêuticos que atuam na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS)

 

Como se inscrever

1 – Articule-se!

Converse com os farmacêuticos da atenção básica de seu município e de municípios vizinhos sobre o projeto. Uma maneira mais fácil de promover essa articulação é buscar o apoio do seu CRF, das secretarias de saúde (estadual/municipais) ou do Cosems (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde).

2 – Constitua um polo.

Cada polo pode ter de 40 a 50 farmacêuticos, obrigatoriamente atuantes na atenção básica. O polo pode ter profissionais de um ou mais municípios. Se for formadoLI por um grupo de municípios, estes podem pertencer a regiões de saúde diferentes, desde que sejam de um mesmo estado.

 3 – Reúna a documentação exigida (veja a lista) e faça cópias digitais de todos os documentos.

 

 

LISTA DE DOCUMENTOS

·           Certificado de conclusão do curso de Prescrição Farmacêutica no Manejo de Problemas de Saúde Autolimitados ou comprovante de inscrição no mesmo (o curso é gratuito e pode ser feito on-line. Para cursar acesse www.profar-cff.org.br)

 

·           Carta de apresentação de cada município, constando:

ü  Termo de anuência assinado pelo secretário municipal de saúde. Neste termo, ele deverá declarar formalmente que concorda com a implantação do projeto do cuidado farmacêutico em seu município; que assume o compromisso de liberar os farmacêuticos inscritos para participar das atividades presenciais; e que arcará com o custo de deslocamento e alimentação dos mesmos, viabilizando a sua participação nestas atividades.

 

ü  A descrição dos equipamentos de saúde do município e os dados sobre a população, bem como o seu perfil epidemiológico;

 

ü  Os documentos comprobatórios da gestão da Assistência Farmacêutica (item dos critérios de seleção).

 

ü  A relação dos farmacêuticos que serão incluídos no projeto, juntamente com a documentação que comprove o vínculo formal.

 

 

·           Comprovante de indicação do farmacêutico que coordenará a logística local para a realização das capacitações e assessorias do projeto no município ou região de saúde.

 

4 – Eleja o representante do polo

5 – Preencha o formulário e envie. A inscrição é gratuita.

Atenção!

Lembre-se que é necessário também encaminhar as cópias digitais dos documentos exigidos.

No caso de o polo ser independente de entidade, a documentação deve ser encaminhada pelo responsável. No caso de polo organizado com a intermediação de entidade, essa entidade deverá se encarregar do encaminhamento dos documentos.

O endereço de e-mail para o envio, independentemente da situação, é gtsaudepublica@cff.org.br

Para tirar dúvidas e acessar o formulário, clique no link http://migre.me/wsBUp