CAPA LIVRO

A EDUCAÇÃO E A ESQUERDA: O LIVRO

MINHA DICA:

CAPA LIVRO

A Boitempo lançará neste mês uma coletânea de ensaios de esquerda sobre educação . Educação contra barbárie: por escolas democráticas e pela liberdade de ensinar trará ensaios sobre temas como revisionismo histórico, experiência de educação popular, financiamento do ensino público, dilemas da educação à distância e a controversa “ideologia de gênero”.

Organizado pelo especialista em políticas públicas de educação Fernando Cássio, o livro inclui textos de bell hooks, Sônia Guajajara e Daniel Cara, entre outros.

O livro tem prólogo de Fernando Haddad e texto de capa de Mario Sergio Cortella.

 

https://www.boitempoeditorial.com.br/

 

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Exposição indígena “Primeiros brasileiros” segue até domingo 

 

A exposição indígena “Primeiros brasileiros”, montada no hall da Fundação Casa de José Américo, em João Pessoa (Av.Cabo Branco), prossegue aberta para visitação até o próximo domingo (21), exceto na quinta-feira, das 8h30 às 16h. A mostra fotográfica consta de 36 painéis que constitui uma síntese, exibida em diversas capitais do Brasil. A entrada é gratuita.

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A mostra integrou o evento Paraíba Indígena, que aconteceu no último fim de semana. A programação constou de exposição histórico-antropológica sobre a presença indígena no Nordeste com destaque para a importância dos povos indígenas na Paraíba, cine debate, mostra fotográfica, feirinha de artesanato e gastronomia indígena, oficina de pintura corporal indígena e apresentações rituais.

O evento foi realizado pela Universidade Federal da Paraíba, com o apoio da Fundação Casa José Américo.

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Ruas alagadas na capital da Paraíba

Chuva na PB atinge 20% de todo volume para abril

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa) registrou 41,8 milímetros de chuva em João Pessoa-PB entre 7h e 8h da manhã desta segunda-feira (1). O número equivale a 20% da média histórica durante o mês de abril. Neste mesmo horário, a força dos ventos também chamou a atenção dos meteorologistas do Governo do Estado: 36 km/h. Várias  ruas da capital ficaram alagadas e o trânsito confuso.

Ruas alagadas na capital da Paraíba

Ruas alagadas na capital da Paraíba

 

De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, a previsão é de que o tempo permaneça instável na capital e nas cidades localizadas no litoral paraibano. “Temos uma condição de instabilidade climática sobre quase todo estado da Paraíba. Esta situação, associada à atuação de um fenômeno chamado de Zona de Convergência Intertropical, mantém o tempo favorável à ocorrência de chuvas localizadas”, alertou a meteorologista Marle Bandeira.

Também foram registradas fortes chuvas do sábado para o domingo, com destaque para Santa Terezinha (132,1 mm), Cacimbas (127 mm), Monteiro (101,2 mm), Mãe d’Água (97 mm), Ouro Velho (91,3 mm), Coremas (88,2 mm), Brejo do Cruz (80,6 mm), Areia de Baraúnas (80,4) e Emas (64,1 mm).

As chuvas do final de semana aumentaram o nível da água em vários açudes. Na cidade de Piancó, o reservatório de Coremas ganhou quase 17 milhões de metros cúbicos e atualmente está com 12,61% da capacidade. Em Boqueirão, o açude Epitácio Pessoa recebeu 5 milhões de metros cúbicos, aumentando o volume para 24,24%. Em Sousa, após o aporte de 3,6 milhões de metros cúbicos, o São Gonçalo está com 44,79%.

Dos 129 açudes monitorados pela Aesa, 28 estão com menos de 5% do volume total. Outros 43 têm menos de 20% e 56 reservatórios possuem capacidade superior a 20%. Apenas dois estão sangrando: São José II, em Monteiro e Emas, na cidade de mesmo nome.

FOTO JOSÉ ALBERTINO

FOTO JOSÉ ALBERTINO

AÇUDE DE COREMAS – O Açude Coremas–Mãe d’Água, oficialmente denominado Açude Estevam Marinho, é uma barragem localizada na microrregião de Piancó, Na cidade

Criação: Guilherme Noleto - Goiás

Paraíba lembra ditadura e resgata  memória das vítimas

 

Lei de Adriano Galdino (PSB) institui dia em memória às pessoas torturadas

 

Neste dia 31 de março, data que marcou o início do Regime Militar no Brasil, no ano de 1964, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), lembrou Lei de sua autoria, que instituiu o Dia Estadual em Memória às Vítimas de Graves Violações de Direitos Humanos ocorridos na Paraíba durante o Regime Militar.

ADRIANO GALDINO

A Lei Nº 10.677, de 27 de Abril de 2016, definiu justamente o dia 31 de março para lembrar a memória das vítimas da Ditadura na Paraíba.

Para Adriano Galdino, a Lei é uma forma de garantir a não repetição de violações aos direitos humanos, bem como constituir um reconhecimento público da Paraíba em respeito às vítimas e seus familiares das violações ocorridas durante a ditadura militar.

“O propósito desta Lei foi para que a gente possa cada vez mais rememorar um período de obscurantismo da história política do Brasil. Eu vivi um pouco daquele período, era um tempo difícil, de muita censura, desconfiança, uma época que a sociedade, principalmente os mais jovens precisam tomar conhecimento para que fatos daquela natureza não voltem a ocorrer nos dias de hoje”, afirmou o deputado.

Criação: Guilherme Noleto - Goiás

Criação: Guilherme Noleto – Goiás

#/DitaduraNuncaMais

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MPF pede suspensão de esgoto que compromete sítio arqueológico na PB

Liminar obtida pelo MPF ordena que prefeitura de Junco do Seridó pare de despejar esgoto em área com inscrições de milhares de anos

FÁBIO DE CASTRO

Parcialmente submersas por um riacho, as gravuras rupestres de um sítio arqueológico no município de Junco do Seridó, no sertão da Paraíba, estão sendo degradadas há pelo menos 10 anos pelo despejo de esgoto urbano. Na terça-feira (5), uma liminar obtida pelo Ministério Público Federal determinou que a prefeitura cesse o lançamento de dejetos no riacho e desenvolva um projeto sustentável de tratamento de resíduos.

Localizada a 230 quilômetros de João Pessoa, Junco do Seridó abriga o sítio arqueológico de Itacoatiaras do Chorão, um dos cinco locais onde há gravuras rupestres de milhares de anos no Vale do Sabugi paraibano.

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De acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na Paraíba, o sítio, que fica em uma propriedade privada, é cadastrado “como de arte rupestre, tem valor significativo para o patrimônio cultural nacional, é protegido por lei e, por ter caráter finito, sua destruição não pode ser revertida”.

ação civil pública ajuizada pelo MPF em Patos (PB) acusa a prefeitura de Junco do Seridó – cidade de 7 mil habitantes – de despejar o esgoto urbano no riacho do Chorão, que deságua no sítio arqueológico, submergindo parte das gravuras em baixo relevo.

Segundo a decisão do juiz Claudio Girão, da 14ª Vara da Justiça Federal, a prefeitura terá 30 dias para cessar o despejo de resíduos líquidos no riacho do Chorão e mais 120 dias para apresentar um projeto sustentável de tratamento de resíduos que evite permanentemente o lançamento dos esgotos no local. Em caso de descumprimento, será aplicada ao prefeito, Kleber de Medeiros (PSB), uma multa pessoal de R$ 1 mil por dia de atraso.

Falta de saneamento

De acordo com o procurador da República Tiago Misael, o inquérito mostrou que o problema já havia sido apontado há 10 anos pelo pesquisador Juvandi Santos, do Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no site da instituição. Mas a denúncia nunca havia chegado aos órgãos federais.

“Nós mesmos não sabíamos da existência desse sítio arqueológico. Mas no início de 2017, fui procurado pelo dono da propriedade, que trouxe fotos e vídeos mostrando a degradação do local”, disse Misael a Direto da Ciência.

Segundo o procurador, o município não tem saneamento básico, e todos os resíduos sólidos de todas as casas da cidade são lançados em valas que desaguam no riacho do Chorão. “Do ponto de vista ambiental, o riacho está destruído, é uma vala de dejetos.”

 

Omissão da prefeitura

Inicialmente, o MPF tentou uma saída extrajudicial, segundo Misael, e em uma primeira reunião o prefeito alegou não ter recursos para obras de saneamento. “Tudo foi ocasionado pela falta de saneamento, mas isso não pode ser usado como justificativa para que nada seja feito em relação à preservação emergencial. Na segunda reunião, o prefeito não compareceu e não deu justificativas, por isso resolvemos entrar na Justiça”, disse.

Para o procurador, a decisão da Justiça não apenas evitará a destruição das gravuras rupestres de Itacoatiaras do Chorão, mas poderá trazer a conservação de sítios arqueológicos ao debate nacional. “Há muitos sítios arqueológicos na região e não sabemos como eles estão. São bastante escondidos e em geral só as pessoas que moram no local têm conhecimento. Mas me parece que há muitos outros casos de degradação.”

Procurado nos dias 4, 5 e 6 de fevereiro, o prefeito Kleber de Medeiros não respondeu aos telefonemas e e-mails de Direto da Ciência até a publicação desta reportagem.

 

Mapa da destruição

Em visita realizada em 2009 ao sítio de Itacoatiaras do Chorão com sua equipe de arqueólogos, o professor Juvandi Santos já havia denunciado a degradação do local. Ele afirma que há muitos outros sítios arqueológicos e paleontológicos degradados no sertão paraibano.

“Em 2007, criamos um projeto de pesquisa denominado ‘O Mapa da Destruição’, usando uma metodologia específica para inventariar a degradação em sítios arqueológicos, paleontológicos e espeleológicos. Em 2012 abandonamos o projeto, porque percebemos que praticamente todos os sítios estavam degradados”, disse Santos a Direto da Ciência.

Além de Itacoatiaras do Chorão, o sertão paraibano abriga outros cinco sítios com gravuras rupestres a céu aberto – ou itacoatiaras –, localizados em São Mamede (sítios Tapera e Tapuio) e São José do Sabugi (sítios Pedra Lavrada e Tapuio). A palavra “itacoatiara” tem origem no tupi com os termos “ita” (pedra) e “cuatiara” (risco, desenho, inscrições, garatujas), e significa pedra escrita, riscada.

 

Abandono e vandalismo

“Em São Mamede, há um sítio formidável, com uma itacoatiara gigantesca, com gravuras espalhadas por um ou dois hectares. Ali, o pessoal quebra os blocos de granito para transformá-los em pedras de calçamento. Recentemente visitamos um outro sítio, a 100 quilômetros de Campina Grande, e encontramos os paredões de gravuras rupestres completamente pichados. Esse tipo de vandalismo é extremamente recorrente”, disse Santos.

Mas a pior situação, segundo o professor da UEPB, está mesmo no sítio de Itacoatiaras do Chorão. “Voltei ali uma ou duas vezes depois de 2009, mas nunca me esqueci da primeira visita. Ali eu encontrei a cena mais dantesca que já testemunhei desde que comecei a trabalhar no campo da arqueologia, há quase 30 anos. O riacho é tomado pela lama do esgoto e os porcos passam esfregando o corpo sobre as gravuras”, contou.

Segundo Santos, o sítio de Junco do Seridó tem alto valor científico. “Muito raramente encontramos gravuras cavadas na pedra como em Itacoatiaras do Chorão e em Itacoatiaras do Ingá. Além disso, em geral, o suporte das gravuras rupestres é o granito. As gravuras em rochas areníticas só são encontradas em Junco do Seridó, Pedra Lavada e Picuí”, disse o arqueólogo.

Na imagem acima, rochas com pinturas rupestres parcialmente submersas por esgoto em Junco do Seridó, na Paraíba. Foto: MPF/PB/Divulgação.
PICÃOZINHO NA PARAHYBA

Parahyba amplia negócios no  Mercosul durante Festival de Turismo de Gramado

A Paraíba terá uma atuação de destaque na 30ª edição do Festuris Gramado – Feira Internacional de Turismo, considerada uma das maiores e proativas feiras de turismo brasileiro. O evento tem início nesta quinta-feira (8) e segue até o sábado (11), na Serra Gaúcha. O Destino Paraíba estará próximo da Argentina, um dos principais mercados emissores de turistas internacionais e com perspectiva de ampliar o número de turistas de outros países do Mercosul, como Uruguai, Chile e Paraguai.

 

O espaço da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) ficará dentro do estande do Ministério do Turismo (Mtur), que compreenderá uma área de 350 metros quadrados, ao lado dos principais destinos brasileiros, o que levará os olhos dos cerca de 10 mil profissionais de turismo de todo o mundo a ficarem atentos às novidades que serão apresentadas para o período de alta estação. “Iremos apresentar os nossos roteiros mais fortes de sol e mar, sem esquecer do turismo de aventura e gastronômico que pode ser feito no interior paraibano”, afirmou Ruth Avelino, presidente da PBTur.

CENTRO HISTÓRICO DA CAPITAL PARAIBANA.

CENTRO HISTÓRICO DA CAPITAL PARAIBANA.

 

De acordo com a executiva paraibana, o Festuris Gramado é fundamental também para manter o Destino Paraíba na prateleira das operadoras da Argentina e ampliar ainda mais a presença dos turistas na Paraíba. Após o incremento do voo direto entre Buenos Aires e João Pessoa, operado pela Gol Linhas Aéreas desde julho do ano passado, o número de argentinos na capital paraibana é superior ao de outros países, com um crescimento superior a 300%.

 

Em 2018, segundo Ruth Avelino, houve um esforço muito grande por parte do Governo do Estado, sempre em parceria com a iniciativa privada, para trabalhar com as principais operadoras de turismo da Argentina, com a promoção de capacitações e famtours. “Trouxemos para a Paraíba mais de 50 agentes de viagens ligados às mais influentes operadoras argentinas e a expectativa é bastante otimista quanto ao retorno desse investimento”, apontou a executiva da estatal de turismo.

 

Afora o mercado internacional, a presidente da PBTur aposta no mercado interno, com investimento em capacitação e divulgação em destinos como Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e Goiânia. “Precisamos estar sempre atentos ao mercado local. São os estados os indicadores de emissão de turistas importantes para a Paraíba, em especial, São Paulo, e precisamos estar frequentemente próximos e investindo em promoção”, pontuou Ruth Avelino.

 

O estande do Ministério do Turismo no Festuris Gramado representa hoje a maior presença dentro da feira, que contará com mais de 2 mil marcas e cerca de 65 destinos internacionais em exposição. O Ministério do Turismo trará para dentro da feira o Espaço MTur: um estúdio voltado para que personalidades do turismo concedam entrevistas e depoimentos, expondo de cases de sucesso dentro da temática, a exemplo do que foi feito na ABAV Expo 2018. Uma oportunidade de troca de conhecimento e aprendizagem.

 

FOTOS – CACIO MURILO

Prefeitura vai incentivar COOPERATIVA para catadores

PREFEITURA TROCA LIXO POR COMIDA

Em Jandaia no estado de Goiás, distante 120km de Goiânia,  a Prefeitura criou um programa para incentivar a reciclagem de lixo e a preservação do meio ambiente, reduzindo a quantidade de lixo reciclável no lixão. Os  Moradores trocam lixo reciclável por frutas e verduras e preservam o meio ambiente.  A ideia deu certo e pode ser seguida por outras prefeituras.

CONFIRA A REPORTAGEM DE MARCOS BARBOSA:

 

https://www.youtube.com/watch?v=eo3XiFRI1uc&feature=youtu.be

Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

CONTAG, INCRA E TRABALHADORES DISCUTEM PROBLEMAS DA REFORMA AGRÁRIA EM MG

Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

Trabalhadores e trabalhadoras discutem reforma agrária em BH

 

Trabalhadores e trabalhadoras rurais de Minas Gerais, participam até dia 07 de agosto, em Belo Horizonte, do Encontro Estadual de Reforma Agrária. O encontro é realizado pela secretaria de política agrária da CONTAG – Confederação Nacional do Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agriculturas Familiares. Segundo Elias Borges, diretor da CONTAG, os agricultores familiares e trabalhadores acampados, estão discutindo a política de reforma agrária para o estado. “O processo de aquisição de áreas e desapropriação para reforma agrária, está parado, e precisamos avançar nessa política pública para avançarmos na produção de alimentos”, destaca Elias Borges, diretor da CONTAG.

Lideranças sindicais querem solução do INCRA para reforma agrária

Lideranças sindicais querem solução do INCRA para reforma agrária

O encontro  tem participação de mais de 60 lideranças sindicais do estado de Minas. Os participantes querem  soluções da direção  do Incra do estado e o Incra nacional.  Ewerton  Giovanni, Diretor de Desenvolvimento, Érico Goulart, representante da Diretoria de Obtenção e Cláudio Braga, representante da Ouvidoria Agrária Nacional, estão discutindo com  a direção da CONTAG e os trabalhadores, as soluções agrárias do estado.

 

CONTATO PARA MAIS INFORMAÇÕES – 61 98143-0019

LOCAL DO ENCONTRO – Centro de Estudos Sindicais da FETAEMG –Rua Cissus, 15 Bairro Juliana – Belo Horizonte – MG

CONFIRA como foi o encontro da REFORMA AGRÁRIA EM GOIÁS:

 

BANDEIRA MISTA

VAMOS HONRAR A PARAHYBA

 

Meu nome é PARAHYBA

BANDEIRA MISTA

 

“Veritas est indivisa, et quod non est plene verum, non est semiplene verum, sed plene falsum”. (A verdade é indivisa, e o que não é totalmente verdadeiro não é meio verdadeiro, mas totalmente falso).

A versão oficial do assassinato de João Pessoa é uma fraude histórica. E só isso basta, para que a verdade seja resgatada, devendo a nossa capital voltar a ser chamada de Parayba, termos de volta também, a nossa antiga bandeira, e que deixemos de ensinar aos estudantes de nossas escolas públicas e particulares na Paraíba e no Brasil uma mentira, que além de transformar em herói e mártir um homem que não merece tais galardões, deturpa capítulo ímpar da história de nosso país.

A realidade fática, é que João Pessoa foi assassinado por ter ofendido a Sra. Anayde Beiriz, professora estadual, poetisa e namorada de João Dantas. Face a desavenças de natureza política existentes entre Pessoa e Dantas, o primeiro determinou que a polícia invadisse o escritório de advocacia do segundo, onde desta feita, foram encontradas cartas íntimas trocadas por Beiriz e Dantas.

Assim, com este trunfo em mãos e visando desmoralizar seu adversário político, João Pessoa ordena que estas cartas sejam publicadas com destaque no jornal A União, pertencente ao governo do estado, causando um enorme escândalo em nossa capital, como de resto, em todo o estado da Paraíba.

Com intuito de limpar sua honra e de sua namorada, Dantas acaba por assassinar Pessoa na cidade do Recife nos moldes que informa a história contemporânea pátria. Portanto, a morte de João Pessoa foi um crime passional, transformado posteriormente, em crime político.

O inesperado assassinato de João Pessoa, presidente da Paraíba e candidato derrotado à vice-presidência na chapa da Aliança Liberal, estimulou as adesões e acelerou os preparativos para a deflagração da revolução de 1930.

Alçado à condição de mártir da revolução, o corpo de João Pessoa foi enterrado no Rio de Janeiro e seus funerais provocaram grande comoção popular, levando setores do Exército antes reticentes a apoiar a causa revolucionária.

Após a morte de João Pessoa, a comoção foi enorme, e o desejo de vingança também. Na Paraíba, diversos opositores foram simplesmente mortos, sem qualquer comiseração – uma barbárie.
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Mudamos a bandeira do estado – bandeira esta, diga-se de passagem, horrível, de um extremo mau gosto, rubro negra, que representa sangue e luto – bem como, o nome da capital, fazendo de João Pessoa um mártir, um herói nacional que “morreu” pela revolução.

Temos que esclarecer esta página da história da Paraíba e do Brasil. Na verdade, tanto João Pessoa, como o NEGO não representam os valores do povo Paraibano.

 

TEXTO PUBLICADO POR LUIZ GONZAGA DA SILVA JÚNIOR, advogado.

 

BANDEIRA PARAHYBA

PARAHYBA (2)

ARGENTINOS MOVIMENTAM O TURISMO NA CAPITAL DA PARAHYBA

  Número de Turistas argentinos cresce 52% em JAMPA

PARAHYBA (2)

O número de turistas argentinos que desembarcaram em João Pessoa tem criado uma segunda língua no segmento turístico da Paraíba. De acordo com dados estatísticos do Fluxo Global Estimado para a capital paraibana, no ano passado, em relação a 2016, houve um crescimento de 47,31% no número de argentinos hospedados na rede hoteleira, e a presença deles cresce mês a mês.

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De janeiro a junho deste ano, o número de argentinos na Paraíba foi maior do que todos os turistas de outras nacionalidades, apontando um aumento de 52,95%. No período, passaram pela capital paraibana 2.513 argentinos, enquanto em 2017 foram 824 turistas. Para se ter uma ideia, os americanos, que vêm em segundo no ranking estatístico da PBTur (Empresa Paraibana de Turismo), somaram 580, com um aumento de 11,29% comparados os dois períodos.

 

FONTE: SECOM PB

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