MULHERES ASSALARIADAS NA LUTA NO MÊS DE MARÇO

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Começa a série “DIÁLOGOS DAS ASSALARIADAS RURAIS”

Começa a série “DIÁLOGOS DAS ASSALARIADAS RURAIS”; a primeira conversa é com a secretária de Gênero e Geração da CONTAR, Maria Helena dos Santos. Durante todo mês de março – celebração das lutas da mulheres – a CONTAR irá publicar semanalmente, dois vídeos com os “DIÁLOGOS”.

Durante o mês de março, a direção da CONTAR, vai desenvolver atividades para dinamizar a luta das mulheres assalariadas; “DIÁLOGOS DAS ASSALARIADAS RURAIS”, serão conversas com dirigentes, pesquisadoras, trabalhadoras da base e especialista em organização das mulheres. “Nós conversamos com essas mulheres para ajudar nossa reflexão sobre nossas vidas, nossas organizações e acima de tudo, para ajudar na nossa luta. Eu convido todas companheiras e os companheiros para acompanhar nossos DIÁLOGOS.

Assalariadas do Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Pará, Pernambuco; conversaremos com uma pesquisadora que estuda a situação de escravidão e gênero e também um panorama das mulheres assalariadas na América Latina. Tudo isso nos DIÁLOGOS DAS ASSALARIADAS. Serão vídeos, podcasts e uma revista, que serão publicados para ajudar na caminhada das mulheres assalariadas do Brasil.

Parceria e Formação das mulheres

Uma parceria com a UITA, Repórter Brasil  e a OXFAM, possibilitou a produção de um material que irá subsidiar a luta das mulheres assalariadas do Brasil. Durante o mês de março, a CONTAR vai publicar 7 entrevistas com as mulheres que contam a situação vivida no trabalho – na lida – e também estudos que mostram a situação de escravidão no trabalho , que atinge as mulheres. A secretária de gênero e geração da CONTAR, Maria Helena, irá abrir a série de “DIÁLOGOS DAS ASSALARIADAS RURAIS”,

Os depoimentos em vídeo, serão publicados em outras plataformas – podcasts e texto de um caderno em PDF. Segundo Maria Helena: “O Brasil tem mais de 4 milhões de assalariados rurais na formalidade, e 500 mil são mulheres. Mas o nosso trabalho ainda é invisibilizado, e muitas vezes submetidas a funções inferiores e trabalho análogo a escravidão”.  E conclui: “Essas ferramentas serão utilizadas como fonte de formação e informação para fortalecer a organização das nossas companheiras assalariadas”, garante Maria Helena da CONTAR.

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