21/09/2021
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STJ mantem na cadeia pastores que deram golpe de 15 milhões de reais

 

MOEDAS

Os pastores Alencar Santos Buriti e Osório José Lopes Junior, acusados de estelionato e lavagem de dinheiro na cidade de Goianésia (GO) – cidade do meio norte de Goiás, distante 179km da capital –  tiveram pedido de liberdade indeferido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), e vão continuar presos. A decisão é do vice-presidente do tribunal, ministro Humberto Martins, no exercício da Presidência. Os pastores golpistas estão na cadeia desde maio de 2018.

Segundo o Ministério Público de Goiás, os pastores pediam aos fiéis ajuda financeira para ser empregada em uma igreja e prometiam em retorno valores que poderiam chegar a 100 vezes o montante investido. O MP afirmou que o grupo apresentava cópias de documentos de títulos de dívida agrária em valores milionários, de modo a justificar o retorno futuro. O levantamento do golpe ultrapassa o valor de R$ 15 milhões de reais, subtraídos dos “fiéis”.

O ministro Humberto Martins destacou que a decisão do Tribunal de Justiça de Goiás que negou o pedido de liberdade foi devidamente embasada, não existindo ilegalidade a ser sanada. Segundo o tribunal estadual, a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa e é imprescindível para a instrução criminal.

No caso, três pastores de Goianésia (GO) foram presos preventivamente em maio de 2018 por suspeitas dos delitos de estelionato e lavagem de capitais. Um dos pastores teve a liberdade concedida em junho por uma liminar proferida pelo ministro do STJ Rogerio Schietti Cruz, por entender que a situação processual dele era diferente da situação dos demais.

 

INVESTIGAÇÃO APONTA MUITA OSTENTAÇÃO DOS PASTORES

A investigação apontou que os dois pastores ostentavam dinheiro e poder, em Goianésia. Segundo o delegado, o pastor Osório morava em uma casa de luxo na cidade, e chegava a alugar helicóptero para viajar da cidade para outras regiões. A Polícia Civil identificou, por meio da quebra do sigilo bancário, que os religiosos movimentaram R$ 20 milhões no banco.

“É uma quantia vultuosa que ainda não conseguimos identificar onde foi parar. Mas eles tinham uma conduta de muita ostentação na cidade. Um deles chegava a ter 5 seguranças dentro de casa. Eles fundaram uma empresa fictícia com capital de R$ 1 bilhão. Enfim, não só criaram uma situação de que tinham muito dinheiro, como mantinham tudo isso com recursos dos fieis”, detalhou o delegado responsável pelo caso.

FONTE – STJ

“Não existe crente bom nem doce de leite ruim”. Bebé de Natércio. 

 

 

 

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